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Lager, Ale e Lambic: conheça as 3 famílias mais famosas do mundo das cervejas

A família é muito importante, inclusive quando se trata de cerveja. ❤️🍺

No processo de fabricação da bebida, há várias etapas importantes, mas a que mais se destaca é a escolha do tipo de fermentação pelo qual a cerveja passa. E, apesar de existirem mais de 120 estilos da bebida espalhados pelo mundo, eles estão divididos em três grandes famílias: Lager, Ale e Lambic.

Lager

A Lager é a família de cervejas mais popular do mundo. A produção de cervejas desse tipo iniciou na Alemanha por volta dos anos 1400, quando os cervejeiros do país armazenavam o mosto em locais frios. No entanto, sua popularização só ocorreu no século XIX.

Cervejas de baixa fermentação, as Lagers usam as leveduras Saccharomyces Carlsbergensis ou Saccharomyses Pastorianus, que atuam em temperaturas entre 5ºC a 14ºC.

Essas leveduras costumam se depositar no fundo do tanque de fermentação ao longo do processo e possuem baixa resistência as altas temperaturas. São também mais lentas, o que faz seu trabalho ser mais demorado, mas também contribui para um líquido mais claro. Outra característica das cervejas Lagers é a baixa complexidade, que se deve ao fato das leveduras liberarem menos ésteres durante o processo.

Estilos famosos são a Pilsen, Pale Lager, American Standard Lager, Vienna Lager, Bock, Schwarzbier e Münich Helles. Já o teor alcoólico das Lager costuma ser baixo ou moderado, entre 4 e 7%, mas mesmo dentro dessa família há cervejas mais potentes como as Doppelbock e Eisbock.

Ale

Até o século XIX boa parte das cervejas eram da família Ale, pois passavam pelo processo de alta fermentação. Nesse caso, as suas leveduras as Saccharomyces Cerevisiae atuam em temperaturas entre 14ºC e 25ºC, tendem a subir para o topo do tanque e agem mais rapidamente na transformação dos açúcares do mosto em álcool e outros elementos.

As Ales costumam ser cervejas complexas, devido à maior liberação de ésteres durante o processo de fermentação. Os aromas, sabores frutados e condimentados são muito comuns nessas bebidas, o que é bastante perceptível em estilos da escola Belga, muito famosa justamente pela atuação das leveduras.

Os toques de frutas, frutas secas, flores, ervas e condimentos são algumas das características que se pode esperar dessas bebidas. Stout, Porter, India Pale Ale, Weizenbier, Saison, Quadrupel, Dubel e Tripel são alguns dos estilos de Ales.

Lambic

A forma mais antiga de fazer cerveja ainda em uso dá origem a um grupo de cervejas que geram debates acalorados entre especialistas: as Lambic. Elas são produzidas através de fermentação espontânea, com seu mosto depositado em grandes toneis abertos, expostos ao ambiente e à interferência de leveduras selvagens, bactérias e micro-organismos presentes no local.

Após o início da fermentação, o líquido é colocado em tonéis de madeira e ficam pelo lá menos uns seis meses. O resultado? As cervejas são bem diferentes do que se costuma encontrar no mercado, extremamente complexas, ácidas, azedas e com aromas e sabores muito característicos.

Além das Lambic, que são as cervejas puras, sem misturas e novas, elas possuem também outros sub estilos como as Geuze (um blend entre Lambics nova e velha), Faro (que tem adição de açúcar), Kriek (com cerejas adicionadas durante a fermentação) e as Fruit Lambics (que podem levar desde morango até pêssego).

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Fonte: Blog Chefs Club

tacas-de-vinho

Preciso de uma taça diferente para cada vinho?

Cada vinho possui características únicas dependendo da uva com que é produzido, mas será que é realmente necessário ter uma taça de vinho diferente para cada tipo da bebida?

A Revista Adega resolveu tirar a dúvida dos bons apaixonados por vinho. Confira abaixo os tipos básicos de taças:

Para vinhos tintos
O vinho tinto precisa de espaço para respirar e “dançar”, pois tem aromas e sabores muito intensos. A taça precisa ter um corpo grande e deve ser preenchida até um terço de sua capacidade. Nada de exageros, viu!

Existem dois tipos comuns de taças para vinho tinto: Bordeaux e Borgonha. Elas são batizadas com esses nomes por causa das famosas regiões produtoras da França.

Bordeaux
As taças Bordeaux foram feitas para vinhos mais encorpados e ricos em tanino, por isso possuem o bojo grande e a borda mais fechada para evitar a dispersão de aromas.

É indicada para as uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Syrah e Tannat.

Borgonha
Os vinhos da Borgonha são mais complexos e concentrados, produzidos principalmente com a uva Pinot Noir.

As taças são em formato balão (ou seja, com bojo maior do que as Bordeaux) para que haja mais contato com o ar. Além da Pinot Noir, também é ideal para que sejam usadas com os vinhos Rioja tradicional, Barbera Barricato, Amarone e Nebbiolo.

Para vinhos brancos
As taças têm corpo menor do que as para vinho tinto por dois motivos. Primeiro, o vinho branco precisa ser consumido em temperaturas mais baixas e em um recipiente menor, que permita menos trocas de calor com o ambiente. Segundo, porque precisa que sejam realçadas as notas de frutas. A aba estreita equilíbrio entre doçura e acidez, crucial para os brancos. Ui!

Para vinhos rosados
Os vinhos rosés possuem os taninos dos tintos, mas os aromas dos brancos. Por esse motivo, a taça costuma ser menor que a dos brancos, mas com bojo maior. Ela deve acentuar a acidez do vinho, equilibrando assim sua doçura. Se não tiver uma taça específica para rosés (poucas marcas possuem), pode usar uma para vinho branco.

Taça ISO
A taça ISO (International Standards Organization) foi criada em 1970 e é uma espécie de coringa, pois serve para todos os tipos de vinho. É muito utilizada para degustações técnicas, para que possa ser mantida uma referência entre diversos tipos de fermentado.

Relativamente pequena e totalmente cristalina, o bojo é maior e ela é fechada na parte de cima.

Agora é hoje de aproveitar esse friozinho gostoso e se deliciar no mundo dos vinhos. Qual é o seu preferido?

Fonte: Revista Adega

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Conheça o quinto sabor que o paladar reconhece

Você sabe para que existe o paladar? Tirando o fato de nos deixar viciados em comidas que não deveríamos comer, ele fornece informações para o nosso corpo sobre a qualidade, variedade e nocividade dos alimentos.
Todo mundo acha que conhece todos os tipos de sabores que existem, não é? Mas além do doce, salgado, amargo e azedo, existe o umami.
As sensações de doce e salgado estão localizadas na ponta da língua, a sensação de azedo nas porções laterais e a de amargo sobre a região posterior. Já sabia, né?

O umami

Mas e o umami? Umami é uma palavra japonesa que significa saboroso, apetitoso, delicioso e é percebido pela região central da língua.
Esse quinto sabor foi descoberto no início do século XX pelo cientista japonês Kikunae Ikeda, mas só foi reconhecido pela comunidade mundial no ano 2000.
Ele foi sentido pela primeira vez no dashi, um caldo típico da culinária japonesa composto de alga marinha, peixe e shitake (que está na foto aqui embaixo).
O umami é responsável pela sensação de “água na boca”, gerando salivação, além de proporcionar uma sensação aveludada na língua e poder estimular a garganta.
As carnes (principalmente maturadas), aspargos, frutos do mar, queijos e cogumelos (champignon, shitake e shimeji) também oferecem esse tipo de gosto.
UAU! Agora é só ir correndo para um restaurante japonês ou uma bela churrascaria.

Fonte: ChefsClub

O sabor e o aroma marcantes do açafrão

Você sabe de onde vem o açafrão?

A flor

O tempero é extraído dos estigmas de flores de crocus sativus, uma planta da família das iridáceas.

Para se obter um quilo de açafrão seco, são processadas manualmente cerca de 150.000 flores e é preciso cultivar uma área de aproximadamente 2.000 m². Quando seca, a flor desprende de seus órgãos um pigmento amarelo e um óleo volátil, tradicionalmente usado como corante de tecidos.

A iguaria possui sabor sensual e vibrante, conferindo aos alimentos aroma único. O sabor característico tem uma pontinha de amargor e cor de ouro. A verdade é que não existe açafrão barato, por isso, deve-se suspeitar de qualquer valor muito abaixo do mercado, pois desperta a vocação dos fraudadores, apesar das rígidas regulamentações.

Origem

O açafrão é um condimento originário da região que se prolonga da Europa até o Leste Asiático, de perfume e gosto delicados e bem característicos, e que funciona como eficiente corante. O tempero já era conhecido desde a antiguidade pelos egípcios e na Roma Antiga era misturado ao vinho e ingerido como afrodisíaco.

Na Mesopotâmia, vários documentos indicam o uso do açafrão como condimento no período de reinado de Hamurabi e papiros egípcios do século 19 a.C. mencionam os jardins de Luxor cobertos por essas flores, as mesmas que decoram um célebre afresco, de 1700 a.C., do palácio de Minos, em Creta.

Alexandre, O Grande era um dos apreciadores e, na Idade Média, quando grande valor era dado ao aspecto estético de uma refeição, além de alegrar a vista, o açafrão demonstrava riqueza e poder.

No tempo de Marco Polo, o açafrão chegou a valer mais do que o ouro. Seguiu atravessando a História como a mais cara das especiarias, o mais valioso produto alimentício do planeta, bem mais caro do que a baunilha ou o cardamomo e valendo até 20 vezes mais do que a trufa.

Preço

No Brasil, o bom açafrão vem do Marrocos com o custo de R$ 5 o grama. Mas o espanhol, considerado de melhor qualidade, pode ser achado por um preço que varia de 8 a 15 euros por grama. O verdadeiro açafrão é ótimo para temperar e dar colorido aos pratos de cor clara. É muito usado na cozinha espanhola, como na Paella, em algumas sopas de peixe e em alguns risotos italianos. Mas deve ser usado com moderação, pois pode ser tóxico.

Apesar do preço, poucos gramas bastam para servir bem uma família numerosa, ao longo de um ano inteiro.

As receitas clássicas são, além da paella espanhola, a bouillabaisse, da Provence e, em Milão, o risotto alla milanese. Todas essas maravilhas teriam um aspecto bastante pálido se fossem confeccionadas sem a ajuda desse tempero maravilhoso.

Fonte: Blog Chefs Club

Napoles . Ícaro Rio Sul

Nápoles: vibrante, caótica e intensamente deliciosa

Nas infindáveis vielas, automóveis dividem espaço com transeuntes, lambretas, carrinhos de bebê, feiras. Nas ruas, mesmo havendo semáforos e faixas de pedestre, quem define a parada dos carros – com o próprio corpo – é quem atravessa. Nos táxis, velhos, é usual o motorista fumar, “esquecer” de ver o GPS, cobrar a mais e ainda conversar todo simpático durante todo o percurso. As pizzarias mais famosas – e não necessariamente as melhores -, como a Da Michele, possuem filiais não autorizadas com nomes engana turista: Nipote da Michele, Zio da Michele.

Nápoles tem um quê de Brasil, sem dúvida.

Mas mesmo quem não curte muito essa bagunça, como eu, vai apaixonar-se por Nápoles assim que der a primeira garfada. Ali, é difícil comer mal mesmo nos lugares mais “suspeitos”: a cultura gastronômica é centenária, entranhada, cotidiana. Alimentar-se bem é hábito e utilizar ingredientes sazonais, frescos, comprados quase diariamente no mercado, é padrão.

Em Nápoles aprende-se a importância de valorizar os pescadores que trazem, todos os dias, maravilhas do mar direto para o consumidor, sem atravessadores. Aprende-se que não é preciso pagar caro para fazer uma excelente refeição. Aprende-se que boa farinha e fermentação longa pode transformar o trigo (tão odiado atualmente, com o glúten sendo tratado feito o demônio) em sensacionais e aeradas pizzas, doces leves, massas saborosas.

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Instituto Ovos Brasil lança concurso culinário para cozinheiros de todo país

Instituto Ovos Brasil lança concurso culinário para cozinheiros de todo país

Com o objetivo de estimular a utilização dos ovos em receitas culinárias saborosas e nutritivas, o Instituto Ovos Brasil anuncia o lançamento da 1ª edição de seu concurso culinário, aberto a cozinheiros e entusiastas da arte da Gastronomia. Por meio desta iniciativa a entidade tem a intenção de valorizar os pratos mais criativos e o empenho dos participantes de todo o país.

Cada participante poderá submeter ao Concurso a quantidade de receitas que preferir, sendo exigido que o ovo seja o ingrediente principal do prato. Os interessados devem preencher os dados em no site do IOB, juntamente ao termo de autorização de uso de imagem, a receita completa, com especificações de cada produto e quantidades, o tempo de preparo e ao menos uma foto que ilustre a receita. As inscrições estão abertas até o dia 10 de maio.

Jonathan Santos, do Instituto Ovos Brasil, explica quais serão os critérios de julgamento dos pratos durante a competição: “Nosso júri, composto por quatro especialistas, fará a avaliação baseado em quesitos centrais, como a apresentação dos pratos, a facilidade de reprodução, a criatividade e o tempo de preparo. Cada quesito terá notas de 1 (mínima) a 5 (máxima), e a somatória será dividida pelo número de jurados, para que então se atinja a nota média final para cada receita”. É recomendável aos participantes o foco na praticidade dos pratos.

Com a intenção de reunir todos os gostos e temperos da rica e abrangente cultura gastronômica brasileira, o concurso será realizado pela internet, garantindo que todas as regiões do Brasil sejam igualmente representadas no certame. Nesta 1ª edição, o concurso terá duas categorias: Doces e Salgados. As dez melhores receitas serão divulgadas e disponibilizadas ao público na nova página de receitas do site do Instituto e haverá premiação aos três primeiros colocados de cada categoria.

Os documentos necessários à inscrição e mais informações sobre o concurso estão disponíveis no site do Instituto: www.ovosbrasil.com.br. Em caso de dúvidas, entre em contato com a entidade pelo e-mail administrativo@ovosbrasil.com.br.

Fonte: Revista Food Magazine

facas hohenmoorer

Facas HOHENMOORER chegam ao Brasil

Desenhadas e produzidas artesanalmente pelas mãos do alemão Ulrich Hennicke na cidade de Asendorf – Alemanha, as facas da Hohenmoorer são elaboradas com aço carbono de alta dureza, apresentando fio mais duradouro e um corte mais preciso do que as tradicionais facas de aço inoxidável. Trazidas com exclusividade ao Brasil pela loja online Manufakt, elas têm perfis distintos e contemporâneos e, por mais que sigam um modelo base, nunca serão totalmente iguais.

As facas de aço Damasco da Hohenmoorer são as mais exclusivas, feitas com 240 camadas de aço Damasco. Para isso, é usada uma combinação dos dois melhores aços de ferramenta, além de um resistente aço de níquel. Após sucessivas dobras, a lâmina obtida tem excelente retenção do fio de corte, além de um grau ideal de flexibilidade e dureza.

Outro modelo disponível no site é a Faca Santoku. Sua lâmina tem 16,5 cm de comprimento e 2,6 mm de espessura. Com comprimento total de 30 cm e 156 g de peso, seu cabo é feito com carvalho dos Pântanos. A peça vem numa caixa de presente e a lâmina tem dureza de 62-64 HRC.

Fonte: Food Magazine

Forno a Gás é Tendência nas Pizzarias

A frase “assada no forno à lenha” vai aos poucos sendo extinta do cardápio de estabelecimentos em todo país. Mais econômicos, práticos e precisos, os fornos a gás vêm mudando o velho modo de fazer pizza, sem prejudicar o sabor. Parte da clientela ainda resiste e cabe aos funcionários convencê-la que a modificação foi para melhor: “Os clientes acreditavam que o sabor não seria o mesmo, mas isso não é verdade, já que a pizza não ficava tanto tempo exposta à lenha a ponto de pegar o gosto da defumação”, afirmou Adriano Silvério, proprietário da pizzaria Adrix, localizada em São Bernardo do Campo.

A mudança começou em 2009, quando decidiu trocar a lenha pelo a gás. Na época, a novidade não era tão bem vista pelo mercado: “Achavam que não iria funcionar e tinham medo da não aceitação dos clientes, mas acabei arriscando. No fim, deu certo e virou tendência”, concluiu Adriano, que passou a vender mil unidades a mais por semana em 2010, após a troca pelo forno a gás do tipo esteira. Atualmente produz cerca de 264 mil pizzas por ano, 40 por cento a mais desde os tempos de forno à lenha.

Com o sistema a gás, veio a possibilidade de controle de temperatura dos fornos, que passaram a assar de forma rápida, diminuindo o intervalo entre uma fornada e outra. Desde então a capacidade de produção passou para um nível industrial: 400 pizzas por hora.

A crescente demanda fez com que as principais distribuidoras de GLP (gás liquefeito de petróleo) se adequassem ao cenário atual. Segundo Vicente Longatti, Gerente Nacional Comercial Empresarial da Copagaz – quinta maior distribuidora de GLP no Brasil – mudanças estratégicas foram necessárias: “Fornecemos consultoria para os estabelecimentos interessados em migrar para o GLP em todas as etapas do processo de substituição da lenha para o gás, além da instalação de tanques nos locais de consumo, que são abastecidos regularmente por caminhões-tanque, substituindo os botijões transportáveis”, afirmou.

O sistema a gás também beneficia o meio-ambiente. Segundo estudo realizado por pesquisadores do IAG-USP, em colaboração com diversos grupos de pesquisa no Brasil e no exterior, há mais de 11 mil pizzarias só em São Paulo, a segunda cidade que mais consome pizza no mundo, atrás apenas de Nova York, nos Estados Unidos. Aproximadamente 80% desses estabelecimentos queimam lenha, principalmente eucalipto, para produzir cerca de 1 milhão de pizzas por dia. A quantidade média de lenha usada pelas pizzarias na cidade é de 48 toneladas por ano. Esse número perfaz um total de 7,5 hectares de floresta de eucalipto queimados por mês e 307,2 mil toneladas de madeira incinerada, concluiu a pesquisa.

 

Principais benefícios:

Controle de temperatura: Os fornos a gás são reguláveis, permitindo maior uniformidade no aquecimento, evitando que as pizzas queimem e padronizando a produção;

Otimização do espaço: Os tanques de gás não ocupam tanto espaço quanto a madeira, além de sujar menos o local de armazenamento, evitando possíveis visitas indesejadas de animais atraídos pela lenha, como ratos, insetos e até cobras.

Salubridade e meio ambiente: A queima da lenha produz gases altamente tóxicos, trazendo risco aos funcionários que inalam a fumaça constantemente, diferentemente do gás; além disso, a emissão de gases de efeito estufa é altamente prejudicial ao meio ambiente.

Legislação: Algumas cidades, por questões ambientais, exigem análises criteriosas para regularização do uso da lenha em estabelecimentos. Problema não enfrentado por quem opta pelo forno a gás.  

Fonte: Food Magazine

Unilever traz Chef Global da marca Tabasco ao Brasil

Focada no mercado de alimentação fora do lar, a Unilever Food Solutions (UFS) traz o britânico Gary Evans, Chef Global da marca Tabasco, para o Brasil. Desde janeiro de 2017, a UFS é a empresa responsável pela distribuição dos produtos Tabasco ao mercado brasileiro de food service.
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Em sua agenda de visitas e eventos com restaurantes parceiros da Tabasco e da UFS, que vão desde casas pequenas até grandes redes internacionais, o papel de Evans no Brasil é o de dar consultoria, treinar e inspirar alguns clientes de São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, três dos principais mercados da marca.
“Estou muito animado para conhecer os costumes de cada região e poder inspirar esses parceiros com novas receitas”, afirma Gary Evans. Já Rodrigo Bertoncini, diretor de Marketing de Unilever Food Solutions, afirma que “a vinda de Gary ao Brasil entregará soluções únicas para o mercado de alimentação fora do lar, além de novas ideias de receitas que combinam os produtos de Hellmann´s e Tabasco”. Gary estará no Brasil até dia 24 de março. 

Suco de Uva Integral se Destaca por Trazer Benefícios à Saúde

Além de o suco de uva integral apresentar as maiores concentrações de substâncias saudáveis, que ajudam a retardar o processo de envelhecimento, ele faz muito bem ao coração. Estudos revelam que ele ajuda no emagrecimento, melhora a circulação sanguínea e aumenta a imunidade do organismo.

Na composição nutricional da bebida, a substância mais importante é o resveratrol, responsável por diminuir o envelhecimento. Ainda, apresenta significativa quantidade de arginina, aminoácido que ajuda a melhorar a pressão, facilitando a circulação e a glutamina, que auxilia na parte intestinal. A ação das duas substâncias juntas, inclusive, ampliam à eficácia do sistema imunológico, protegendo o corpo de muitas doenças.

Como os consumidores estão cada vez mais preocupados com uma vida mais saudável, geralmente, dão maior preferência para produtos orgânicos. Portanto, investir comercialmente no suco de uva integral é uma boa pedida atualmente.

Fonte: Food Service News