dia mundial do sorvete

Dia do Sorvete

Hoje, dia 23 de setembro, é comemorado o dia mundial do SORVETE!!

Com o calorão brasileiro chegando, o sorvete é sem dúvida um dos nossos melhores amigos. Sempre lá para dar uma resfriada na cuca e deixar aquele sabor maravilhoso. Mas você sabe como nasceu o sorvete?

A Origem do Sorvete

Na verdade, não se sabe ao certo sobre a criação do sorvete em si, mas existem referências do imperador romano Nero (37 d.C – 68 d.C) mandando seus empregados trazerem NEVE e GELO das montanhas para que assim pudesse misturar esses “ingredientes” com frutas.
Do outro lado do mundo, na China, em 618 d.C-697 d.C, o imperador chinês King Tang também teria sua própria fórmula para o que viria a ser o sorvete. Naquela ocasião, o imperador combinava leite com água do rio.
Uma terceira história diz que o sorvete foi criado há mais de 3.000 anos na China, onde misturava-se uma pasta de leite de arroz com neve, e o resultado ficava parecido com uma raspadinha.
Apesar disso tudo, a teoria mais aceita diz que foram os persas que criaram o SORVETE.
Nada disso se compara ao maravilhoso sorvete que temos atualmente, mas com certeza era melhor do que muita comida da época!

Sorvete, Sorbet e Gelato

Hoje em dia existem três sobremesas que são bem parecidas. Com características diversas, os três são normalmente confundidos. São elas: GELATO, SORVETE E SORBET.

Gelato:

O Gelato é o mais “fresco” dos três. Isso porque é fabricado diariamente, sempre usando ingredientes frescos. A temperatura do gelato fica entre 12º e 14º e é a especialidade italiana (junto com a pizza, sobre a qual já falamos aqui no blog: conheça a origem da pizza, a comida mais amada do Brasil)

Os ingredientes principais do gelato são: água, açúcar, leite e algum sabor. Há uma dose essencial de água e açúcar para garantir a textura certa ao gelato, enquanto cada sabor possui sua proporção de açúcar.

Sorvete:

O sorvete é o tipo mais comum e é que achamos nos supermercados. Eles são bem parecidos com o gelato em sua composição, mas diferem na quantidade de açúcar e água. Eles possuem mais água que os gelatos artesanais. Por conta da necessidade de armazenamento dos sorvetes (para durarem mais tempo), a temperatura ideal dos mesmos fica entre -20º e -25º, uma temperatura impressionante para quem vive nos 40º do Rio, por exemplo.

Sorbet:

O sorbet é o mais diferente entre os três, pois não possui leite! Com uma validade de 5 dias e uma temperatura de -20º, os sorbets são bem próximos a uma raspadinha, com pequenos cristais de gelo.

Curiosidade:

A primeira sorveteria do mundo é parisiense e surgiu em 1660. Aberta por Procopio Coltelli, a sorveteria continua funcionando até hoje na capital francesa.
A primeira sorveteria no Brasil surgiu em 1835, no Rio de Janeiro.
Sem geladeiras na época, o gelo era conservado com barras de gelo misturadas com serragem e guardadas em túneis subterrâneos. O gelo se conservava por até cinco meses.
Chegou a hora boa! Que tal um sorvete?!

Sauvignon Blanc

Uma lista de vinhos frescos para os dias de Primavera

A importadora Mistral lançou mais de 10 rótulos novos, entre brancos, rosés e tintos, do Novo e Velho Mundo. Com a mudança de estação para a Primavera e com a vinda dos dias mais quentes, montamos uma listinha de oito vinhos frescos para aliviar as altas temperaturas.

La Camioneta Sauvignon Blanc 2016
Este Sauvignon Blanc chileno é elegante e fresco. Do produtor Viña Montes, foi uma boa surpresa aos moldes modernos da vinícola. De alta intensidade aromática, o vinho branco é atraente no nariz trazendo frutas cítricas como limão, abacaxi e maracujá. É mineral e fresco. Na boca é redondo, fácil de beber com acidez deliciosa, que te faz repetir a taça. Teor alcoólico: 13%.

Allo Alvarinho – Loureiro 2015
Do produtor português Soalheiro, este é um corte de Alvarinho com Loureiro. É bem leve, mineral e fresco. Ótimo para esses dias quentes de primavera. Os aromas reservam frutas e flores brancas, amêndoas, mel e bastante frescor. Na boca acidez equilibrada, frutas amarelas, baunilha e muita delicadeza. É bom como aperitivo ou com saladinhas e peixes. Sem erro!

Bourgogne Aligoté 2015
De um dos produtores mais elegantes da Borbonha – Joseph Drouhin. As uvas escolhidas para elaborar o branco borgonhês é localizado na Côte d’Or. Com 100% casta Aligoté, é um vinho leve e elegante. É fresco, delicado e com aromas de maçã cítrica e maracujá. Tem corpo médio, equilíbrio e final longo. Uma delícia. Teor alcoólico: 12%.

Côtes de Provence Grand Ferrage 2015
A diretora da vinícola Michel Chapoutier no Brasil, Sara Ferreira, esteve presente em tasting e nos contou que o Rosé da Côtes de Provence só têm a cor e o aroma de um Rosé regular da região, mas que no paladar pode trazer surpresas. E foi exatamente isso. Tem aquela cor bem clarinha típica de um Rosé da Provence, com aromas de frutas vermelhas como morangos e framboesas e notas florais. Mas na boca é gastronômico e com estrutura. É um vinho que vai bem com peixes e camarões. Teor alcoólico: 13%.

Mosel Incline Riesling QBA 2015
Os alemães sabem como ninguém fazer um bom Riesling. O produtor Selbach-Oster apresenta aqui três vertentes deliciosas e completamente diferentes desta casta. O Mosel Incline Riesling é delicado, com aromas de flor e fruta madura, além de notas de doçura. O vinho cresce na boca com frescor e acidez equilibrados. O final é longo e persistente. Teor alcoólico: 12%.

Zeltinger Riesling s-o Kabinett 2014
É um blend de elegância, acidez equilibrada e aroma de frutas com um pouco de botrytis (que adoramos). Na boca maçã vermelha, persistência e vontade de repetir mais uma taça. Teor alcoólico: 11%.

Zeltinger s-o QBA Trocken Bomer 2015
Por aqui, com este Riesling há mais evolução nos aromas, como frutas secas, uva passa, favo de mel, baunilha e botrytis. Na boca é magnífico, com o dulçor da baunilha, frutas maduras e boa acidez. É longo, fresco e marcante. Teor alcoólico: 12,5%.

Hochheimer Guts Riesling QBA Trocken 2015
Do produtor alemão Domdechant Werner, o 100% Riesling é leve e delicado. Com alta intensidade aromática, que nos traz frutas maduras e secas, amêndoas, frescor e complexidade. Na boca é um vinho vibrante e saboroso, com acidez equilibrada, persistência e final longo. Ótimo para ter na sua adega. Teor alcoólico: 13%.

Mistral Importadora
Rua Rocha, 274, Bela Vista
São Paulo
Tel: (11) 3372-3400 / 3372-34220
Fonte: www.mistral.com.br

Combinar a massa com o molho perfeito

Combine a massa com o molho perfeito

Você sabia que existem mais de 300 tipos diferentes de massas no mundo, cada uma com sua forma de cozimento, formato e ingredientes diferentes?
Pois é… Aí você quer arrasar naquele almoço de domingo ou simplesmente acertar na combinação daquele prato especial no restaurante e não sabe como harmonizar o pedido, não é?
Seus problemas acabaram! Confira essas dicas!

Massas longas:
Tipo: Espaguete, Fettuccine, Talharim, Ninho, Pappardelle, Linguine.
As massas longas combinam com molhos mais líquidos como: ao sugo, carne, molho à carbonara, frutos do mar ou branco. Também ficam ótimos em versões mais leves, com alho e óleo ou molho de ervas.

Massas curtas:
Tipo: Conchiglione, Gravata, Caracol, Fusilli, Rigatoni, Penne, Tortiglioni.
Podem ser servidas com molhos frios ou quentes. Os que mais combinam são: molhos de iogurte, vegetai, quatro queijos, tomate, cogumelos ou gorgonzola.

Outros tipos de massa:
Tipo: Capeletti, Lasanha, Ravioli, Canelone, Tortelloni, Tortellini, Rondelli.
Aposte nos molhos mais concentrados e condimentados como: bolonhesa, três queijos e rosé.

Aqui no Ícaro Rio Sul nós temos várias sugestões de massas e molhos. Confira em nosso cardápio.

Fonte: Chefs Club

Xicara de Café

Xícara, feita de café

Imagine tomar seu café numa xícara feita com aquilo que normalmente costumamos desprezar: a borra.
Isso mesmo, o designer Julian Lechner passou cinco anos observando o processo da formação do resíduo orgânico e pensando em como poderia aproveitá-lo.

A partir disso,desenvolveu a Kaffee Form, uma xícara que é feita com borra de café e açúcar derretido. O design do acessório chama atenção não só pela beleza, mas pela cor e pela curiosidade de se descobrir como é tomar uma xícara de café numa “xícara feita de café”.

A sensação, no entanto, os brasileiros só irão descobrir se forem à Europa, pois até o momento só se encontra este inusitado objeto de desejo dos coffee lovers de plantão por lá.

Fonte: Blog Sociedade da Mesa

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Lager, Ale e Lambic: conheça as 3 famílias mais famosas do mundo das cervejas

A família é muito importante, inclusive quando se trata de cerveja. ❤️🍺

No processo de fabricação da bebida, há várias etapas importantes, mas a que mais se destaca é a escolha do tipo de fermentação pelo qual a cerveja passa. E, apesar de existirem mais de 120 estilos da bebida espalhados pelo mundo, eles estão divididos em três grandes famílias: Lager, Ale e Lambic.

Lager

A Lager é a família de cervejas mais popular do mundo. A produção de cervejas desse tipo iniciou na Alemanha por volta dos anos 1400, quando os cervejeiros do país armazenavam o mosto em locais frios. No entanto, sua popularização só ocorreu no século XIX.

Cervejas de baixa fermentação, as Lagers usam as leveduras Saccharomyces Carlsbergensis ou Saccharomyses Pastorianus, que atuam em temperaturas entre 5ºC a 14ºC.

Essas leveduras costumam se depositar no fundo do tanque de fermentação ao longo do processo e possuem baixa resistência as altas temperaturas. São também mais lentas, o que faz seu trabalho ser mais demorado, mas também contribui para um líquido mais claro. Outra característica das cervejas Lagers é a baixa complexidade, que se deve ao fato das leveduras liberarem menos ésteres durante o processo.

Estilos famosos são a Pilsen, Pale Lager, American Standard Lager, Vienna Lager, Bock, Schwarzbier e Münich Helles. Já o teor alcoólico das Lager costuma ser baixo ou moderado, entre 4 e 7%, mas mesmo dentro dessa família há cervejas mais potentes como as Doppelbock e Eisbock.

Ale

Até o século XIX boa parte das cervejas eram da família Ale, pois passavam pelo processo de alta fermentação. Nesse caso, as suas leveduras as Saccharomyces Cerevisiae atuam em temperaturas entre 14ºC e 25ºC, tendem a subir para o topo do tanque e agem mais rapidamente na transformação dos açúcares do mosto em álcool e outros elementos.

As Ales costumam ser cervejas complexas, devido à maior liberação de ésteres durante o processo de fermentação. Os aromas, sabores frutados e condimentados são muito comuns nessas bebidas, o que é bastante perceptível em estilos da escola Belga, muito famosa justamente pela atuação das leveduras.

Os toques de frutas, frutas secas, flores, ervas e condimentos são algumas das características que se pode esperar dessas bebidas. Stout, Porter, India Pale Ale, Weizenbier, Saison, Quadrupel, Dubel e Tripel são alguns dos estilos de Ales.

Lambic

A forma mais antiga de fazer cerveja ainda em uso dá origem a um grupo de cervejas que geram debates acalorados entre especialistas: as Lambic. Elas são produzidas através de fermentação espontânea, com seu mosto depositado em grandes toneis abertos, expostos ao ambiente e à interferência de leveduras selvagens, bactérias e micro-organismos presentes no local.

Após o início da fermentação, o líquido é colocado em tonéis de madeira e ficam pelo lá menos uns seis meses. O resultado? As cervejas são bem diferentes do que se costuma encontrar no mercado, extremamente complexas, ácidas, azedas e com aromas e sabores muito característicos.

Além das Lambic, que são as cervejas puras, sem misturas e novas, elas possuem também outros sub estilos como as Geuze (um blend entre Lambics nova e velha), Faro (que tem adição de açúcar), Kriek (com cerejas adicionadas durante a fermentação) e as Fruit Lambics (que podem levar desde morango até pêssego).

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Fonte: Blog Chefs Club

tacas-de-vinho

Preciso de uma taça diferente para cada vinho?

Cada vinho possui características únicas dependendo da uva com que é produzido, mas será que é realmente necessário ter uma taça de vinho diferente para cada tipo da bebida?

A Revista Adega resolveu tirar a dúvida dos bons apaixonados por vinho. Confira abaixo os tipos básicos de taças:

Para vinhos tintos
O vinho tinto precisa de espaço para respirar e “dançar”, pois tem aromas e sabores muito intensos. A taça precisa ter um corpo grande e deve ser preenchida até um terço de sua capacidade. Nada de exageros, viu!

Existem dois tipos comuns de taças para vinho tinto: Bordeaux e Borgonha. Elas são batizadas com esses nomes por causa das famosas regiões produtoras da França.

Bordeaux
As taças Bordeaux foram feitas para vinhos mais encorpados e ricos em tanino, por isso possuem o bojo grande e a borda mais fechada para evitar a dispersão de aromas.

É indicada para as uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Syrah e Tannat.

Borgonha
Os vinhos da Borgonha são mais complexos e concentrados, produzidos principalmente com a uva Pinot Noir.

As taças são em formato balão (ou seja, com bojo maior do que as Bordeaux) para que haja mais contato com o ar. Além da Pinot Noir, também é ideal para que sejam usadas com os vinhos Rioja tradicional, Barbera Barricato, Amarone e Nebbiolo.

Para vinhos brancos
As taças têm corpo menor do que as para vinho tinto por dois motivos. Primeiro, o vinho branco precisa ser consumido em temperaturas mais baixas e em um recipiente menor, que permita menos trocas de calor com o ambiente. Segundo, porque precisa que sejam realçadas as notas de frutas. A aba estreita equilíbrio entre doçura e acidez, crucial para os brancos. Ui!

Para vinhos rosados
Os vinhos rosés possuem os taninos dos tintos, mas os aromas dos brancos. Por esse motivo, a taça costuma ser menor que a dos brancos, mas com bojo maior. Ela deve acentuar a acidez do vinho, equilibrando assim sua doçura. Se não tiver uma taça específica para rosés (poucas marcas possuem), pode usar uma para vinho branco.

Taça ISO
A taça ISO (International Standards Organization) foi criada em 1970 e é uma espécie de coringa, pois serve para todos os tipos de vinho. É muito utilizada para degustações técnicas, para que possa ser mantida uma referência entre diversos tipos de fermentado.

Relativamente pequena e totalmente cristalina, o bojo é maior e ela é fechada na parte de cima.

Agora é hoje de aproveitar esse friozinho gostoso e se deliciar no mundo dos vinhos. Qual é o seu preferido?

Fonte: Revista Adega

umami-quinto-sabor-paladar-reconhece

Conheça o quinto sabor que o paladar reconhece

Você sabe para que existe o paladar? Tirando o fato de nos deixar viciados em comidas que não deveríamos comer, ele fornece informações para o nosso corpo sobre a qualidade, variedade e nocividade dos alimentos.
Todo mundo acha que conhece todos os tipos de sabores que existem, não é? Mas além do doce, salgado, amargo e azedo, existe o umami.
As sensações de doce e salgado estão localizadas na ponta da língua, a sensação de azedo nas porções laterais e a de amargo sobre a região posterior. Já sabia, né?

O umami

Mas e o umami? Umami é uma palavra japonesa que significa saboroso, apetitoso, delicioso e é percebido pela região central da língua.
Esse quinto sabor foi descoberto no início do século XX pelo cientista japonês Kikunae Ikeda, mas só foi reconhecido pela comunidade mundial no ano 2000.
Ele foi sentido pela primeira vez no dashi, um caldo típico da culinária japonesa composto de alga marinha, peixe e shitake (que está na foto aqui embaixo).
O umami é responsável pela sensação de “água na boca”, gerando salivação, além de proporcionar uma sensação aveludada na língua e poder estimular a garganta.
As carnes (principalmente maturadas), aspargos, frutos do mar, queijos e cogumelos (champignon, shitake e shimeji) também oferecem esse tipo de gosto.
UAU! Agora é só ir correndo para um restaurante japonês ou uma bela churrascaria.

Fonte: ChefsClub

O sabor e o aroma marcantes do açafrão

Você sabe de onde vem o açafrão?

A flor

O tempero é extraído dos estigmas de flores de crocus sativus, uma planta da família das iridáceas.

Para se obter um quilo de açafrão seco, são processadas manualmente cerca de 150.000 flores e é preciso cultivar uma área de aproximadamente 2.000 m². Quando seca, a flor desprende de seus órgãos um pigmento amarelo e um óleo volátil, tradicionalmente usado como corante de tecidos.

A iguaria possui sabor sensual e vibrante, conferindo aos alimentos aroma único. O sabor característico tem uma pontinha de amargor e cor de ouro. A verdade é que não existe açafrão barato, por isso, deve-se suspeitar de qualquer valor muito abaixo do mercado, pois desperta a vocação dos fraudadores, apesar das rígidas regulamentações.

Origem

O açafrão é um condimento originário da região que se prolonga da Europa até o Leste Asiático, de perfume e gosto delicados e bem característicos, e que funciona como eficiente corante. O tempero já era conhecido desde a antiguidade pelos egípcios e na Roma Antiga era misturado ao vinho e ingerido como afrodisíaco.

Na Mesopotâmia, vários documentos indicam o uso do açafrão como condimento no período de reinado de Hamurabi e papiros egípcios do século 19 a.C. mencionam os jardins de Luxor cobertos por essas flores, as mesmas que decoram um célebre afresco, de 1700 a.C., do palácio de Minos, em Creta.

Alexandre, O Grande era um dos apreciadores e, na Idade Média, quando grande valor era dado ao aspecto estético de uma refeição, além de alegrar a vista, o açafrão demonstrava riqueza e poder.

No tempo de Marco Polo, o açafrão chegou a valer mais do que o ouro. Seguiu atravessando a História como a mais cara das especiarias, o mais valioso produto alimentício do planeta, bem mais caro do que a baunilha ou o cardamomo e valendo até 20 vezes mais do que a trufa.

Preço

No Brasil, o bom açafrão vem do Marrocos com o custo de R$ 5 o grama. Mas o espanhol, considerado de melhor qualidade, pode ser achado por um preço que varia de 8 a 15 euros por grama. O verdadeiro açafrão é ótimo para temperar e dar colorido aos pratos de cor clara. É muito usado na cozinha espanhola, como na Paella, em algumas sopas de peixe e em alguns risotos italianos. Mas deve ser usado com moderação, pois pode ser tóxico.

Apesar do preço, poucos gramas bastam para servir bem uma família numerosa, ao longo de um ano inteiro.

As receitas clássicas são, além da paella espanhola, a bouillabaisse, da Provence e, em Milão, o risotto alla milanese. Todas essas maravilhas teriam um aspecto bastante pálido se fossem confeccionadas sem a ajuda desse tempero maravilhoso.

Fonte: Blog Chefs Club

Napoles . Ícaro Rio Sul

Nápoles: vibrante, caótica e intensamente deliciosa

Nas infindáveis vielas, automóveis dividem espaço com transeuntes, lambretas, carrinhos de bebê, feiras. Nas ruas, mesmo havendo semáforos e faixas de pedestre, quem define a parada dos carros – com o próprio corpo – é quem atravessa. Nos táxis, velhos, é usual o motorista fumar, “esquecer” de ver o GPS, cobrar a mais e ainda conversar todo simpático durante todo o percurso. As pizzarias mais famosas – e não necessariamente as melhores -, como a Da Michele, possuem filiais não autorizadas com nomes engana turista: Nipote da Michele, Zio da Michele.

Nápoles tem um quê de Brasil, sem dúvida.

Mas mesmo quem não curte muito essa bagunça, como eu, vai apaixonar-se por Nápoles assim que der a primeira garfada. Ali, é difícil comer mal mesmo nos lugares mais “suspeitos”: a cultura gastronômica é centenária, entranhada, cotidiana. Alimentar-se bem é hábito e utilizar ingredientes sazonais, frescos, comprados quase diariamente no mercado, é padrão.

Em Nápoles aprende-se a importância de valorizar os pescadores que trazem, todos os dias, maravilhas do mar direto para o consumidor, sem atravessadores. Aprende-se que não é preciso pagar caro para fazer uma excelente refeição. Aprende-se que boa farinha e fermentação longa pode transformar o trigo (tão odiado atualmente, com o glúten sendo tratado feito o demônio) em sensacionais e aeradas pizzas, doces leves, massas saborosas.

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Instituto Ovos Brasil lança concurso culinário para cozinheiros de todo país

Instituto Ovos Brasil lança concurso culinário para cozinheiros de todo país

Com o objetivo de estimular a utilização dos ovos em receitas culinárias saborosas e nutritivas, o Instituto Ovos Brasil anuncia o lançamento da 1ª edição de seu concurso culinário, aberto a cozinheiros e entusiastas da arte da Gastronomia. Por meio desta iniciativa a entidade tem a intenção de valorizar os pratos mais criativos e o empenho dos participantes de todo o país.

Cada participante poderá submeter ao Concurso a quantidade de receitas que preferir, sendo exigido que o ovo seja o ingrediente principal do prato. Os interessados devem preencher os dados em no site do IOB, juntamente ao termo de autorização de uso de imagem, a receita completa, com especificações de cada produto e quantidades, o tempo de preparo e ao menos uma foto que ilustre a receita. As inscrições estão abertas até o dia 10 de maio.

Jonathan Santos, do Instituto Ovos Brasil, explica quais serão os critérios de julgamento dos pratos durante a competição: “Nosso júri, composto por quatro especialistas, fará a avaliação baseado em quesitos centrais, como a apresentação dos pratos, a facilidade de reprodução, a criatividade e o tempo de preparo. Cada quesito terá notas de 1 (mínima) a 5 (máxima), e a somatória será dividida pelo número de jurados, para que então se atinja a nota média final para cada receita”. É recomendável aos participantes o foco na praticidade dos pratos.

Com a intenção de reunir todos os gostos e temperos da rica e abrangente cultura gastronômica brasileira, o concurso será realizado pela internet, garantindo que todas as regiões do Brasil sejam igualmente representadas no certame. Nesta 1ª edição, o concurso terá duas categorias: Doces e Salgados. As dez melhores receitas serão divulgadas e disponibilizadas ao público na nova página de receitas do site do Instituto e haverá premiação aos três primeiros colocados de cada categoria.

Os documentos necessários à inscrição e mais informações sobre o concurso estão disponíveis no site do Instituto: www.ovosbrasil.com.br. Em caso de dúvidas, entre em contato com a entidade pelo e-mail administrativo@ovosbrasil.com.br.

Fonte: Revista Food Magazine