Benefícios do Cogumelo Shiitake a Saúde

Existem vários tipos de cogumelos no mundo, porém nem todas as espécies são comestíveis já que podem causar mal aos seres humanos, além de ter o risco de serem venenosos. O que não é o caso do Shiitake, um cogumelo comestível nativo do leste da Ásia.

O cogumelo shiitake é um dos mais populares e mais consumidos do mundo. Recentemente incorporado ao consumo nos países orientais, os cogumelos são especiarias orientais que possuem inúmeros benefícios a saúde. É rico em proteínas, ajuda no tratamento e controle da pressão arterial, na redução do nível de colesterol, no fortalecimento do sistema imunológico e na inibição do desenvolvimento de tumores, vírus e bactérias.

Pensando no bem estar e saúde dos nossos clientes, selecionamos alguns dos benefícios que o cogumelo Shiitake pode trazer a saúde:

Ajuda a emagrecer: Com apenas 34 calorias a cada 100g, o shiitake é um excelente alimento para fazer parte de uma dieta para emagrecer. Por ser pouco calórico, a cada 100 gramas consumidas ele também fornecendo uma boa quantidade de fibras (2,5 gr), 75% de água e 7gr de carboidrato. Ou seja, o cogumelo consegue dar saciedade em pouca quantidade.

É uma ótima opção também para quem está evitando proteína de origem animal, devido as suas propriedades nutricionais.

Fortalece o sistema imunológico: É um dos maiores benefícios do cogumelo para a saúde. Por possuir lentianina, substância que estimula produção de glóbulos brancos responsável pela defesa do organismo, ele pode ser considerado um anti-inflamatório natural. Esta substância também pode auxiliar no combate ao câncer.

Regular os níveis de Colesterol: O shiitake contém eritadenina, uma substância capaz de diminuir os níveis de LDL, colesterol ruim. Por ser uma proteína magra, o cogumelo também tem a propriedade de diminuir a gordura. Além disso, a fibra também contribui para regular os níveis do colesterol diminuindo o ruim e aumentando o bom.

Nós, da Ícaro Rio Sul, também nos preocupamos com sua saúde! Por isso, quando vier nos visitar, não deixe de experimentar um dos nossos pratos (Torneador em crosta de Shiitake, Trio de Bruschetas e Polenta Ícaro), que contém o cogumelo shiitake nos ingredientes!

 

Café em alta no Brasil

Café em alta no Brasil

O café nunca esteve tão em alta. O Brasil é um dos maiores exportadores do grão no mundo e, também, um dos maiores consumidores. Aos poucos, fomos modificando nossa maneira de consumir a bebida pelo país, acompanhando um movimento que já está acontecendo lá fora: a degustação do café de forma mais minuciosa, seguindo alguns protocolos (que normalmente a gente não seguia, por hábito). Nos últimos anos, começaram a pipocar cafeterias servindo os tão falados cafés especiais.

Para os leigos, o que teria de especial nesse café? Por que pagar mais num espresso da tal cafeteria cool? Será que há a percepção de valor sobre um produto selecionado, por parte do consumidor? Sim, estamos falando de uma mudança de paradigma.

Estou em um caso de amor com o café, e vocês sabem disso. Pesquisando daqui, dali, conheci algumas cafeterias muito bacanas, distribuidores de cafés especiais, baristas, gente que ama o assunto de paixão… Foi assim que meu caminho cruzou com o da Juliana Ganan, a fundadora da BICA – Torradores de Café.

A BICA nasceu em 2016 com o intuito de fomentar a cultura de cafés especiais, aproximando o consumidor dos pequenos produtores de café do Brasil. Eles estão localizados em Itajubá, MG – nos pés da Serra da Mantiqueira, bem próximos de produtores locais e também dos arredores, de SP e RJ. Eles visitam as pequenas propriedades, conhecem os produtores e conversam bastante, para conhecer bem a história de cada um (e dos cafés que serão oferecidos ao público).

O café é comprado cru para, então, ser torrado pela galera da BICA. Como torradores, eles entendem que cada café é único. Por isso, é feita uma análise de cada lote, para que o processo de torra realce e valorize ainda mais aquele grão. Cada perfil de café recebe uma torra, de acordo com esse estudo. Coisa mais linda essa cadeia de produção: o café é cultivado e colhido com esmero, beneficiado com cuidado e torrado com carinho e atenção.

Estudamos com afinco como cada variável observada durante a torra pode influenciar a bebida que chega até o consumidor. Isso está longe de querer dizer que somos perfeitos. Todos os dias, temos como desafio fazer o nosso melhor, estudar mais, provar mais, e chegar em um produto do qual nos orgulhamos. Por aqui, as coisas são feitas com propósito, e somos diariamente gratos por isso.

A BICA tem como objetivo colaborar na manutenção de uma cadeia mais justa, oferecendo melhores condições de negociação com os produtores, levando um café de altíssima qualidade para os consumidores de todo o país. Coisa linda, né?

Recebi um pacotinho da BICA e ele vem com tudo explicadinho na embalagem: o local de origem, com nome do produtor (acho isso bacana, nos aproxima tanto de quem tá lá na labuta, sabe?), a variedade do fruto, o processo de “secagem”, trazendo também a data em que foi torrado (esse é um detalhe bem importante pra você saber se teu café tá no pacotinho há muito tempo, o que modifica completamente a experiência de consumo).

Para comprar o seu pacotinho, é só clicar aqui e ser feliz. Ah, eles atualizam um blog com textos bem interessantes pra quem está interessado em “adentrar” esse universo.
Cliquem aqui para acompanhar os posts.

Fonte: Blog Gordelícias

Histórias saborosas sobre comida

A jornalista Roberta Faria organizou o livro “Eu amo comida”, que reúne 50 relatos de produtores, cozinheiros, chefs e glutões de todo o Brasil. O lançamento acontece hoje, na abertura do Vogue Square, na Barra. Parte da renda é revertida para as ONGs Banco de Alimentos e Gastromotiva.

“A comida é a nossa conexão mais direta com a natureza — a nossa própria e a que nos cerca, nossos impulsos e nosso bioma. Produzir, cozinhar e alimentar-se são expressões genuínas da cultura, que revelam nossas origens e tradições, nosso lugar no tempo e no espaço, nossa capacidade inventiva e nossa evolução”, explica Roberta.

O livro faz um passeio por cinquenta perfis, que vão desde da crudívera Aline a um churrasqueiro dos pampas. Tem causos do “frutólogo” Helton, que coleciona frutas raras em seu pomar, do publicitário David que largou tudo para morar na roça e plantar orgânicos. Uma leitura com casos saborosos e divertidos em torno da boa mesa.

Pérsio percorre a cidade de São Paulo, todo sábado, em busca da feijoada perfeita. Do boteco mais simples ao restaurante mais estrelado, o publicitário prova todas as variações e registra o resultado de suas andanças e comezainas no blog Feijucas.

Fonte: Portal O Globo

Como presentear com o vinho perfeito

Como presentear com o vinho perfeito

Quem ama vinhos certamente já pensou em presentear um amigo querido, uma namorada ou mesmo o chefe com uma boa garrafa de vinho. Nessas horas, até o maior dos enólogos fica inseguro e precisa levar em conta alguns fatores de escolha.

Antes de mais nada, leve em consideração o gosto do presenteado. Não adianta nada dar a ele um vinho que você adora, mas que talvez ele não vá se interessar. O melhor a fazer é encontrar um meio termo, algo que deva despertar emoção nele, mas que também seja do seu gosto. Fora isso, há outras cinco dicas que podem lhe ajudar a dar um presente inesquecível.

1. Gosto pessoal

Preste atenção no gosto do presenteado. É possível que ele tenha alguma predileção por um tipo de vinho, um país produtor, uma denominação de origem, uma variedade de uva ou mesmo uma vinícola. Dado esse primeiro passo, é hora de afunilar a escolha. Você pode optar por um rótulo impactante tanto por sua safra especial quanto por sua nota elevada na crítica, ou então escolher um vinho inusitado, que desperte curiosidade. Exemplo: se o presenteado for um amante de Pinot Noir, por que não escolher um varietal de uma região recentemente descoberta, como Oregon, nos Estados Unidos?

2. Vinho para harmonizar

Caso conheça o gosto gastronômico do presenteado, seu prato predileto, ou saiba de algo que ele adore cozinhar, aproveite para comprar um vinho que harmonize perfeitamente com o menu. Para não correr o risco de errar, peça uma indicação a algum sommelier de sua confiança ou dê uma vasculhada nas matérias de harmonização deste Almanaque do Vinho.

3. História de vida

Outra boa maneira de escolher um rótulo é levar em conta a história de vida do presenteado. Se sua ascendência for de imigrantes italianos, por exemplo, vinhos da região de onde seus parentes vieram é uma boa opção. Mas não caia no óbvio de optar por um vinho da região em que a pessoa vive. A graça irá se perder. Além dessa possibilidade, você também pode presenteá-lo com um vinho originário de algum país que ele visitou e adorou, o local de sua lua de mel, a origem da empresa em que trabalha (caso seja um agrado profissional) ou então fazer menção a uma terceira pessoa através do vinho, como escolher um bom rótulo espanhol para os fãs de Rafael Nadal. Enfim, use a criatividade e tente se lembrar de ligações que possam gerar grandes escolhas.

4. Unir vinho aos hobbies

Assim como qualquer outro presente, o vinho também pode ser uma alternativa personalizada. Existem vinhos que estão intimamente ligados a certos temas e fatores, tanto pelo produtor em questão quanto pelo nome e rótulo. Para os fãs da pop art, um vinho da coleção “Tribute to Andy Warhol” é uma escolha garantida. Para aqueles que preferem a sétima arte, um vinho da vinícola de Francis Ford Coppola agradaria bastante. Se a preferência for por golfe, que tal uma garrafa da vinícola de Greg Norman? Há outros vários vinhos “temáticos”, por assim dizer, que podem casar perfeitamente com os gostos pessoais e profissionais de seu presenteado.

5. Importância da data

Por fim, o mais comum é escolher um vinho de uma safra que seja relevante para a pessoa. Mesmo que não seja um grande vinho, com certeza irá agradar. O ano do nascimento dele ou dos filhos, a data em que ganhou alguma coisa muito importante, em que se formou ou em que foi promovido são boas opções. O maior problema, nesse caso, será encontrar a safra em questão. À medida que o tempo vai passando, elas vão ficando cada vez mais caras e raras.

Pense em criar uma relação emocional e não no preço

Em todos esses casos, o preço do vinho não é o principal fator. A não ser que seja um vinho caríssimo, isso não fará muita diferença para o presenteado. Os motivos que o levaram a escolher esse presente, sim, serão lembrados por um bom tempo.

Fonte: Portal UOL – Revista Adega