O sabor e o aroma marcantes do açafrão

Você sabe de onde vem o açafrão?

A flor

O tempero é extraído dos estigmas de flores de crocus sativus, uma planta da família das iridáceas.

Para se obter um quilo de açafrão seco, são processadas manualmente cerca de 150.000 flores e é preciso cultivar uma área de aproximadamente 2.000 m². Quando seca, a flor desprende de seus órgãos um pigmento amarelo e um óleo volátil, tradicionalmente usado como corante de tecidos.

A iguaria possui sabor sensual e vibrante, conferindo aos alimentos aroma único. O sabor característico tem uma pontinha de amargor e cor de ouro. A verdade é que não existe açafrão barato, por isso, deve-se suspeitar de qualquer valor muito abaixo do mercado, pois desperta a vocação dos fraudadores, apesar das rígidas regulamentações.

Origem

O açafrão é um condimento originário da região que se prolonga da Europa até o Leste Asiático, de perfume e gosto delicados e bem característicos, e que funciona como eficiente corante. O tempero já era conhecido desde a antiguidade pelos egípcios e na Roma Antiga era misturado ao vinho e ingerido como afrodisíaco.

Na Mesopotâmia, vários documentos indicam o uso do açafrão como condimento no período de reinado de Hamurabi e papiros egípcios do século 19 a.C. mencionam os jardins de Luxor cobertos por essas flores, as mesmas que decoram um célebre afresco, de 1700 a.C., do palácio de Minos, em Creta.

Alexandre, O Grande era um dos apreciadores e, na Idade Média, quando grande valor era dado ao aspecto estético de uma refeição, além de alegrar a vista, o açafrão demonstrava riqueza e poder.

No tempo de Marco Polo, o açafrão chegou a valer mais do que o ouro. Seguiu atravessando a História como a mais cara das especiarias, o mais valioso produto alimentício do planeta, bem mais caro do que a baunilha ou o cardamomo e valendo até 20 vezes mais do que a trufa.

Preço

No Brasil, o bom açafrão vem do Marrocos com o custo de R$ 5 o grama. Mas o espanhol, considerado de melhor qualidade, pode ser achado por um preço que varia de 8 a 15 euros por grama. O verdadeiro açafrão é ótimo para temperar e dar colorido aos pratos de cor clara. É muito usado na cozinha espanhola, como na Paella, em algumas sopas de peixe e em alguns risotos italianos. Mas deve ser usado com moderação, pois pode ser tóxico.

Apesar do preço, poucos gramas bastam para servir bem uma família numerosa, ao longo de um ano inteiro.

As receitas clássicas são, além da paella espanhola, a bouillabaisse, da Provence e, em Milão, o risotto alla milanese. Todas essas maravilhas teriam um aspecto bastante pálido se fossem confeccionadas sem a ajuda desse tempero maravilhoso.

Fonte: Blog Chefs Club

Nápoles: vibrante, caótica e intensamente deliciosa

Nas infindáveis vielas, automóveis dividem espaço com transeuntes, lambretas, carrinhos de bebê, feiras. Nas ruas, mesmo havendo semáforos e faixas de pedestre, quem define a parada dos carros – com o próprio corpo – é quem atravessa. Nos táxis, velhos, é usual o motorista fumar, “esquecer” de ver o GPS, cobrar a mais e ainda conversar todo simpático durante todo o percurso. As pizzarias mais famosas – e não necessariamente as melhores -, como a Da Michele, possuem filiais não autorizadas com nomes engana turista: Nipote da Michele, Zio da Michele.

Nápoles tem um quê de Brasil, sem dúvida.

Mas mesmo quem não curte muito essa bagunça, como eu, vai apaixonar-se por Nápoles assim que der a primeira garfada. Ali, é difícil comer mal mesmo nos lugares mais “suspeitos”: a cultura gastronômica é centenária, entranhada, cotidiana. Alimentar-se bem é hábito e utilizar ingredientes sazonais, frescos, comprados quase diariamente no mercado, é padrão.

Em Nápoles aprende-se a importância de valorizar os pescadores que trazem, todos os dias, maravilhas do mar direto para o consumidor, sem atravessadores. Aprende-se que não é preciso pagar caro para fazer uma excelente refeição. Aprende-se que boa farinha e fermentação longa pode transformar o trigo (tão odiado atualmente, com o glúten sendo tratado feito o demônio) em sensacionais e aeradas pizzas, doces leves, massas saborosas.

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Facas HOHENMOORER chegam ao Brasil

Desenhadas e produzidas artesanalmente pelas mãos do alemão Ulrich Hennicke na cidade de Asendorf – Alemanha, as facas da Hohenmoorer são elaboradas com aço carbono de alta dureza, apresentando fio mais duradouro e um corte mais preciso do que as tradicionais facas de aço inoxidável. Trazidas com exclusividade ao Brasil pela loja online Manufakt, elas têm perfis distintos e contemporâneos e, por mais que sigam um modelo base, nunca serão totalmente iguais.

As facas de aço Damasco da Hohenmoorer são as mais exclusivas, feitas com 240 camadas de aço Damasco. Para isso, é usada uma combinação dos dois melhores aços de ferramenta, além de um resistente aço de níquel. Após sucessivas dobras, a lâmina obtida tem excelente retenção do fio de corte, além de um grau ideal de flexibilidade e dureza.

Outro modelo disponível no site é a Faca Santoku. Sua lâmina tem 16,5 cm de comprimento e 2,6 mm de espessura. Com comprimento total de 30 cm e 156 g de peso, seu cabo é feito com carvalho dos Pântanos. A peça vem numa caixa de presente e a lâmina tem dureza de 62-64 HRC.

Fonte: Food Magazine

Forno a Gás é Tendência nas Pizzarias

A frase “assada no forno à lenha” vai aos poucos sendo extinta do cardápio de estabelecimentos em todo país. Mais econômicos, práticos e precisos, os fornos a gás vêm mudando o velho modo de fazer pizza, sem prejudicar o sabor. Parte da clientela ainda resiste e cabe aos funcionários convencê-la que a modificação foi para melhor: “Os clientes acreditavam que o sabor não seria o mesmo, mas isso não é verdade, já que a pizza não ficava tanto tempo exposta à lenha a ponto de pegar o gosto da defumação”, afirmou Adriano Silvério, proprietário da pizzaria Adrix, localizada em São Bernardo do Campo.

A mudança começou em 2009, quando decidiu trocar a lenha pelo a gás. Na época, a novidade não era tão bem vista pelo mercado: “Achavam que não iria funcionar e tinham medo da não aceitação dos clientes, mas acabei arriscando. No fim, deu certo e virou tendência”, concluiu Adriano, que passou a vender mil unidades a mais por semana em 2010, após a troca pelo forno a gás do tipo esteira. Atualmente produz cerca de 264 mil pizzas por ano, 40 por cento a mais desde os tempos de forno à lenha.

Com o sistema a gás, veio a possibilidade de controle de temperatura dos fornos, que passaram a assar de forma rápida, diminuindo o intervalo entre uma fornada e outra. Desde então a capacidade de produção passou para um nível industrial: 400 pizzas por hora.

A crescente demanda fez com que as principais distribuidoras de GLP (gás liquefeito de petróleo) se adequassem ao cenário atual. Segundo Vicente Longatti, Gerente Nacional Comercial Empresarial da Copagaz – quinta maior distribuidora de GLP no Brasil – mudanças estratégicas foram necessárias: “Fornecemos consultoria para os estabelecimentos interessados em migrar para o GLP em todas as etapas do processo de substituição da lenha para o gás, além da instalação de tanques nos locais de consumo, que são abastecidos regularmente por caminhões-tanque, substituindo os botijões transportáveis”, afirmou.

O sistema a gás também beneficia o meio-ambiente. Segundo estudo realizado por pesquisadores do IAG-USP, em colaboração com diversos grupos de pesquisa no Brasil e no exterior, há mais de 11 mil pizzarias só em São Paulo, a segunda cidade que mais consome pizza no mundo, atrás apenas de Nova York, nos Estados Unidos. Aproximadamente 80% desses estabelecimentos queimam lenha, principalmente eucalipto, para produzir cerca de 1 milhão de pizzas por dia. A quantidade média de lenha usada pelas pizzarias na cidade é de 48 toneladas por ano. Esse número perfaz um total de 7,5 hectares de floresta de eucalipto queimados por mês e 307,2 mil toneladas de madeira incinerada, concluiu a pesquisa.

 

Principais benefícios:

Controle de temperatura: Os fornos a gás são reguláveis, permitindo maior uniformidade no aquecimento, evitando que as pizzas queimem e padronizando a produção;

Otimização do espaço: Os tanques de gás não ocupam tanto espaço quanto a madeira, além de sujar menos o local de armazenamento, evitando possíveis visitas indesejadas de animais atraídos pela lenha, como ratos, insetos e até cobras.

Salubridade e meio ambiente: A queima da lenha produz gases altamente tóxicos, trazendo risco aos funcionários que inalam a fumaça constantemente, diferentemente do gás; além disso, a emissão de gases de efeito estufa é altamente prejudicial ao meio ambiente.

Legislação: Algumas cidades, por questões ambientais, exigem análises criteriosas para regularização do uso da lenha em estabelecimentos. Problema não enfrentado por quem opta pelo forno a gás.  

Fonte: Food Magazine

Unilever traz Chef Global da marca Tabasco ao Brasil

Focada no mercado de alimentação fora do lar, a Unilever Food Solutions (UFS) traz o britânico Gary Evans, Chef Global da marca Tabasco, para o Brasil. Desde janeiro de 2017, a UFS é a empresa responsável pela distribuição dos produtos Tabasco ao mercado brasileiro de food service.
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Em sua agenda de visitas e eventos com restaurantes parceiros da Tabasco e da UFS, que vão desde casas pequenas até grandes redes internacionais, o papel de Evans no Brasil é o de dar consultoria, treinar e inspirar alguns clientes de São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, três dos principais mercados da marca.
“Estou muito animado para conhecer os costumes de cada região e poder inspirar esses parceiros com novas receitas”, afirma Gary Evans. Já Rodrigo Bertoncini, diretor de Marketing de Unilever Food Solutions, afirma que “a vinda de Gary ao Brasil entregará soluções únicas para o mercado de alimentação fora do lar, além de novas ideias de receitas que combinam os produtos de Hellmann´s e Tabasco”. Gary estará no Brasil até dia 24 de março. 

Suco de Uva Integral se Destaca por Trazer Benefícios à Saúde

Além de o suco de uva integral apresentar as maiores concentrações de substâncias saudáveis, que ajudam a retardar o processo de envelhecimento, ele faz muito bem ao coração. Estudos revelam que ele ajuda no emagrecimento, melhora a circulação sanguínea e aumenta a imunidade do organismo.

Na composição nutricional da bebida, a substância mais importante é o resveratrol, responsável por diminuir o envelhecimento. Ainda, apresenta significativa quantidade de arginina, aminoácido que ajuda a melhorar a pressão, facilitando a circulação e a glutamina, que auxilia na parte intestinal. A ação das duas substâncias juntas, inclusive, ampliam à eficácia do sistema imunológico, protegendo o corpo de muitas doenças.

Como os consumidores estão cada vez mais preocupados com uma vida mais saudável, geralmente, dão maior preferência para produtos orgânicos. Portanto, investir comercialmente no suco de uva integral é uma boa pedida atualmente.

Fonte: Food Service News

Benefícios do Cogumelo Shiitake a Saúde

Existem vários tipos de cogumelos no mundo, porém nem todas as espécies são comestíveis já que podem causar mal aos seres humanos, além de ter o risco de serem venenosos. O que não é o caso do Shiitake, um cogumelo comestível nativo do leste da Ásia.

O cogumelo shiitake é um dos mais populares e mais consumidos do mundo. Recentemente incorporado ao consumo nos países orientais, os cogumelos são especiarias orientais que possuem inúmeros benefícios a saúde. É rico em proteínas, ajuda no tratamento e controle da pressão arterial, na redução do nível de colesterol, no fortalecimento do sistema imunológico e na inibição do desenvolvimento de tumores, vírus e bactérias.

Pensando no bem estar e saúde dos nossos clientes, selecionamos alguns dos benefícios que o cogumelo Shiitake pode trazer a saúde:

Ajuda a emagrecer: Com apenas 34 calorias a cada 100g, o shiitake é um excelente alimento para fazer parte de uma dieta para emagrecer. Por ser pouco calórico, a cada 100 gramas consumidas ele também fornecendo uma boa quantidade de fibras (2,5 gr), 75% de água e 7gr de carboidrato. Ou seja, o cogumelo consegue dar saciedade em pouca quantidade.

É uma ótima opção também para quem está evitando proteína de origem animal, devido as suas propriedades nutricionais.

Fortalece o sistema imunológico: É um dos maiores benefícios do cogumelo para a saúde. Por possuir lentianina, substância que estimula produção de glóbulos brancos responsável pela defesa do organismo, ele pode ser considerado um anti-inflamatório natural. Esta substância também pode auxiliar no combate ao câncer.

Regular os níveis de Colesterol: O shiitake contém eritadenina, uma substância capaz de diminuir os níveis de LDL, colesterol ruim. Por ser uma proteína magra, o cogumelo também tem a propriedade de diminuir a gordura. Além disso, a fibra também contribui para regular os níveis do colesterol diminuindo o ruim e aumentando o bom.

Nós, da Ícaro Rio Sul, também nos preocupamos com sua saúde! Por isso, quando vier nos visitar, não deixe de experimentar um dos nossos pratos (Torneador em crosta de Shiitake, Trio de Bruschetas e Polenta Ícaro), que contém o cogumelo shiitake nos ingredientes!

 

Pesquisa revela curiosidades sobre o consumo de vinhos

Uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha com 1.010 enófilos resultou em alguns dados e números curiosos acerca do consumo de vinhos. Depois de coletar as respostas e correlacioná-las com o perfil da pessoa questionada, foi possível estabelecer uma “jornada do vinho”, no qual o tipo da bebida varia de acordo com a idade dos indivíduos. A maioria dos britânicos começa com Sauvignon Blanc ou Chardonnay, antes de passar a consumir tintos Merlot ou Rioja e posteriormente Pinot Grigio e Malbec. Voltando, por fim, a preferir os rótulos produzidos com as três cepas iniciais.

Também contribuiu para a descrição das preferências vinícolas o fato de 52% dos britânicos se mostrarem bastante fiéis a seus estilos de vinho favoritos, consumindo-os por mais de uma década. A constância, segundo o levantamento, se deve principalmente ao receio de “escolher errado”, e menos a uma verdadeira ligação com a variedade ou a marca em si. Dos pesquisados, apenas 10% declararam-se experimentais e a idade na qual acontece a maioria das aventuras vinícolas mostrou ser por volta dos 20 e 30 anos, já que o padrão de compra passa a ser estabelecido entre os 36 e 40 anos.

A pesquisa também concluiu que em 20% das vezes as pessoas são influenciadas a tentarem novos vinhos por causa dos companheiros – um percentual três vezes maior do que aquele alcançado pelas propagandas. A maioria dessas novas provas acontece em casa, em um restaurante ou na casa de amigos. Além disso, o estudo ainda revelou os cinco vinhos prediletos dos britânicos: Pinot Grigio (11%), Merlot (10%), Chardonnay (10%), Sauvignon Blanc (8%) e Rioja (7%). Este último, porém, é o favorito entre os homens – mostrando que há uma clara diferença de preferências entre os gêneros feminino e masculino.

Fonte: Portal UOL – Revista Adega