As propriedades e benefícios do Aspargo

O aspargo pertence à família das Lulliaccae e é um alimento muito nutritivo que contém vitaminas do complexo B (o ácido fólico), Betacaroteno (provitamina A), além de diversos minerais, como o cálcio, o ferro e o fósforo. O aspargo é ainda uma excelente fonte de glutationa, que é um antioxidante que possui uma forte atividade anticancerígena.

Composição
Como você já deve ter observado, o aspargo é um alimento rico em nutrientes, pois contém em sua composição diversas vitaminas, fibras, e sais minerais. Além disso é pouco calórico, o que o torna um dos destaques nas dietas. O aspargo é rico em ácido fólico, betacaroteno, magnésio, manganês, fósforo, fibras e vitamina C, B e K.

Benefícios
Entre os principais benefícios do aspargo, podemos citar:

Anti-inflamatório, além de possuir um sabor delicioso, o aspargo contém nutrientes anti-inflamatórios, como saponinas e os flavonoides quercetina, rutina, laempferol e isoramnetina. Esses nutrientes ajudam a combater a artrite, asma e algumas doenças autoimunes.
Antioxidante, por possuir glutationa, o aspargo contém três aminoácidos, o ácido glumatic, glicina e cisteína. Quando esses aminoácidos são combinados em uma molécula esta serve como um agente de oxidação-redução muito poderoso para o nosso corpo. Junto com outros oxidantes o aspargo age contra os radicais livres que causam o envelhecimento e a oxidação celular.
Previne contra o câncer, por ser antioxidante e anti-inflamatório, o aspargo é muito indicado contra o câncer na bexiga, mama, cólon, pulmão, próstata, ovário e outros tipos de câncer.
Para o coração, por possuir uma vitamina do complexo B em sua composição, o aspargo traz benefícios ao coração, evitando doenças cardíacas.
Diurético, o aminoácido asparagina, encontrado nos aspargos é um ótimo diurético e tem sido muito usado para tratar inchaços, artrite, reumatismo e retenção de água causada pela TPM.
Para digestão e dieta, a inulina, um carboidrato que está presente nos aspargos, incentiva o crescimento de bifidobactérias e lactobacilos, essas bactérias aumentam a absorção dos nutrientes e diminui o risco de alergia e câncer de cólon. A fibra do aspargo estabiliza a digestão e previne a constipação, além disso é um alimento de baixa caloria.
Para os ossos, por ser rico em vitamina K, uma proteína que fortalece a composição dos ossos. O aspargo impede o acúmulo de cálcio no tecido, evitando a aterosclerose, doenças cardiovasculares e acidente vascular cerebral.
Sistema imunológico e visão, por possuir vitamina C, além de ser antioxidante, o aspargo atua no sistema imunológico, mantendo-o saudável e previne doenças oculares relacionadas à idade, como a catarata e a degeneração macular.

Benefícios do Cogumelo Shitake

Utilizado na medicina chinesa há mais de seis mil anos, o cogumelo shitake até pouco tempo era pouco conhecido dos brasileiros, mas hoje em dia é encontrado com relativa facilidade e pode ser considerado um excelente alimento para fazer parte de nossa alimentação diária. Mas para que serve o Shitake?

Além de ser um alimento de poucas calorias e rico em fibras, ainda há uma grande variedade de benefícios do cogumelo shitake para a saúde, que vão desde a perda de peso até o combate ao câncer.

Para quem já conhecia, mas ainda não sabia das propriedades do cogumelo shitake, nós listamos abaixo alguns benefícios do mesmo:

  • O cogumelo Shitake é rico em vitaminas, minerais e antioxidantes que contribuem não somente para manter a saúde como também para combater doenças;
  • É rico em selênio (mineral que contribui para a saúde dos vasos sanguíneos e ajuda a controlar o funcionamento dos hormônios da tireoide);
  • Possui Vitamina B2 – também conhecida como riboflavina, atua na produção de energia para o organismo. Cinco cogumelos por dia fornecem 16% da necessidade diária de vitamina B2;
  • Contém Niacina, ou vitamina B3, que, assim como a riboflavina, também atua na produção de energia;
  • É uma ótima fonte de Vitamina B9 (ácido fólico), nutriente essencial para gestantes;
  • Tem uma boa concentração de vitamina D (somente os cogumelos desidratados que foram expostos ao sol para secagem);
  • 75 g de shitake fornecem 70% das necessidades de cobre e 50% da ingestão diária recomendada de vitamina B5.
  • O shitake contém ainda uma boa concentração de zinco, manganês e cálcio.Fonte: Portal R7 – Mundo Boa Forma

Dia do Sorvete

Hoje, dia 23 de setembro, é comemorado o dia mundial do SORVETE!!

Com o calorão brasileiro chegando, o sorvete é sem dúvida um dos nossos melhores amigos. Sempre lá para dar uma resfriada na cuca e deixar aquele sabor maravilhoso. Mas você sabe como nasceu o sorvete?

A Origem do Sorvete

Na verdade, não se sabe ao certo sobre a criação do sorvete em si, mas existem referências do imperador romano Nero (37 d.C – 68 d.C) mandando seus empregados trazerem NEVE e GELO das montanhas para que assim pudesse misturar esses “ingredientes” com frutas.
Do outro lado do mundo, na China, em 618 d.C-697 d.C, o imperador chinês King Tang também teria sua própria fórmula para o que viria a ser o sorvete. Naquela ocasião, o imperador combinava leite com água do rio.
Uma terceira história diz que o sorvete foi criado há mais de 3.000 anos na China, onde misturava-se uma pasta de leite de arroz com neve, e o resultado ficava parecido com uma raspadinha.
Apesar disso tudo, a teoria mais aceita diz que foram os persas que criaram o SORVETE.
Nada disso se compara ao maravilhoso sorvete que temos atualmente, mas com certeza era melhor do que muita comida da época!

Sorvete, Sorbet e Gelato

Hoje em dia existem três sobremesas que são bem parecidas. Com características diversas, os três são normalmente confundidos. São elas: GELATO, SORVETE E SORBET.

Gelato:

O Gelato é o mais “fresco” dos três. Isso porque é fabricado diariamente, sempre usando ingredientes frescos. A temperatura do gelato fica entre 12º e 14º e é a especialidade italiana (junto com a pizza, sobre a qual já falamos aqui no blog: conheça a origem da pizza, a comida mais amada do Brasil)

Os ingredientes principais do gelato são: água, açúcar, leite e algum sabor. Há uma dose essencial de água e açúcar para garantir a textura certa ao gelato, enquanto cada sabor possui sua proporção de açúcar.

Sorvete:

O sorvete é o tipo mais comum e é que achamos nos supermercados. Eles são bem parecidos com o gelato em sua composição, mas diferem na quantidade de açúcar e água. Eles possuem mais água que os gelatos artesanais. Por conta da necessidade de armazenamento dos sorvetes (para durarem mais tempo), a temperatura ideal dos mesmos fica entre -20º e -25º, uma temperatura impressionante para quem vive nos 40º do Rio, por exemplo.

Sorbet:

O sorbet é o mais diferente entre os três, pois não possui leite! Com uma validade de 5 dias e uma temperatura de -20º, os sorbets são bem próximos a uma raspadinha, com pequenos cristais de gelo.

Curiosidade:

A primeira sorveteria do mundo é parisiense e surgiu em 1660. Aberta por Procopio Coltelli, a sorveteria continua funcionando até hoje na capital francesa.
A primeira sorveteria no Brasil surgiu em 1835, no Rio de Janeiro.
Sem geladeiras na época, o gelo era conservado com barras de gelo misturadas com serragem e guardadas em túneis subterrâneos. O gelo se conservava por até cinco meses.
Chegou a hora boa! Que tal um sorvete?!

Xícara, feita de café

Imagine tomar seu café numa xícara feita com aquilo que normalmente costumamos desprezar: a borra.
Isso mesmo, o designer Julian Lechner passou cinco anos observando o processo da formação do resíduo orgânico e pensando em como poderia aproveitá-lo.

A partir disso,desenvolveu a Kaffee Form, uma xícara que é feita com borra de café e açúcar derretido. O design do acessório chama atenção não só pela beleza, mas pela cor e pela curiosidade de se descobrir como é tomar uma xícara de café numa “xícara feita de café”.

A sensação, no entanto, os brasileiros só irão descobrir se forem à Europa, pois até o momento só se encontra este inusitado objeto de desejo dos coffee lovers de plantão por lá.

Fonte: Blog Sociedade da Mesa

Lager, Ale e Lambic: conheça as 3 famílias mais famosas do mundo das cervejas

A família é muito importante, inclusive quando se trata de cerveja. ❤️🍺

No processo de fabricação da bebida, há várias etapas importantes, mas a que mais se destaca é a escolha do tipo de fermentação pelo qual a cerveja passa. E, apesar de existirem mais de 120 estilos da bebida espalhados pelo mundo, eles estão divididos em três grandes famílias: Lager, Ale e Lambic.

Lager

A Lager é a família de cervejas mais popular do mundo. A produção de cervejas desse tipo iniciou na Alemanha por volta dos anos 1400, quando os cervejeiros do país armazenavam o mosto em locais frios. No entanto, sua popularização só ocorreu no século XIX.

Cervejas de baixa fermentação, as Lagers usam as leveduras Saccharomyces Carlsbergensis ou Saccharomyses Pastorianus, que atuam em temperaturas entre 5ºC a 14ºC.

Essas leveduras costumam se depositar no fundo do tanque de fermentação ao longo do processo e possuem baixa resistência as altas temperaturas. São também mais lentas, o que faz seu trabalho ser mais demorado, mas também contribui para um líquido mais claro. Outra característica das cervejas Lagers é a baixa complexidade, que se deve ao fato das leveduras liberarem menos ésteres durante o processo.

Estilos famosos são a Pilsen, Pale Lager, American Standard Lager, Vienna Lager, Bock, Schwarzbier e Münich Helles. Já o teor alcoólico das Lager costuma ser baixo ou moderado, entre 4 e 7%, mas mesmo dentro dessa família há cervejas mais potentes como as Doppelbock e Eisbock.

Ale

Até o século XIX boa parte das cervejas eram da família Ale, pois passavam pelo processo de alta fermentação. Nesse caso, as suas leveduras as Saccharomyces Cerevisiae atuam em temperaturas entre 14ºC e 25ºC, tendem a subir para o topo do tanque e agem mais rapidamente na transformação dos açúcares do mosto em álcool e outros elementos.

As Ales costumam ser cervejas complexas, devido à maior liberação de ésteres durante o processo de fermentação. Os aromas, sabores frutados e condimentados são muito comuns nessas bebidas, o que é bastante perceptível em estilos da escola Belga, muito famosa justamente pela atuação das leveduras.

Os toques de frutas, frutas secas, flores, ervas e condimentos são algumas das características que se pode esperar dessas bebidas. Stout, Porter, India Pale Ale, Weizenbier, Saison, Quadrupel, Dubel e Tripel são alguns dos estilos de Ales.

Lambic

A forma mais antiga de fazer cerveja ainda em uso dá origem a um grupo de cervejas que geram debates acalorados entre especialistas: as Lambic. Elas são produzidas através de fermentação espontânea, com seu mosto depositado em grandes toneis abertos, expostos ao ambiente e à interferência de leveduras selvagens, bactérias e micro-organismos presentes no local.

Após o início da fermentação, o líquido é colocado em tonéis de madeira e ficam pelo lá menos uns seis meses. O resultado? As cervejas são bem diferentes do que se costuma encontrar no mercado, extremamente complexas, ácidas, azedas e com aromas e sabores muito característicos.

Além das Lambic, que são as cervejas puras, sem misturas e novas, elas possuem também outros sub estilos como as Geuze (um blend entre Lambics nova e velha), Faro (que tem adição de açúcar), Kriek (com cerejas adicionadas durante a fermentação) e as Fruit Lambics (que podem levar desde morango até pêssego).

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Fonte: Blog Chefs Club

Preciso de uma taça diferente para cada vinho?

Cada vinho possui características únicas dependendo da uva com que é produzido, mas será que é realmente necessário ter uma taça de vinho diferente para cada tipo da bebida?

A Revista Adega resolveu tirar a dúvida dos bons apaixonados por vinho. Confira abaixo os tipos básicos de taças:

Para vinhos tintos
O vinho tinto precisa de espaço para respirar e “dançar”, pois tem aromas e sabores muito intensos. A taça precisa ter um corpo grande e deve ser preenchida até um terço de sua capacidade. Nada de exageros, viu!

Existem dois tipos comuns de taças para vinho tinto: Bordeaux e Borgonha. Elas são batizadas com esses nomes por causa das famosas regiões produtoras da França.

Bordeaux
As taças Bordeaux foram feitas para vinhos mais encorpados e ricos em tanino, por isso possuem o bojo grande e a borda mais fechada para evitar a dispersão de aromas.

É indicada para as uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Syrah e Tannat.

Borgonha
Os vinhos da Borgonha são mais complexos e concentrados, produzidos principalmente com a uva Pinot Noir.

As taças são em formato balão (ou seja, com bojo maior do que as Bordeaux) para que haja mais contato com o ar. Além da Pinot Noir, também é ideal para que sejam usadas com os vinhos Rioja tradicional, Barbera Barricato, Amarone e Nebbiolo.

Para vinhos brancos
As taças têm corpo menor do que as para vinho tinto por dois motivos. Primeiro, o vinho branco precisa ser consumido em temperaturas mais baixas e em um recipiente menor, que permita menos trocas de calor com o ambiente. Segundo, porque precisa que sejam realçadas as notas de frutas. A aba estreita equilíbrio entre doçura e acidez, crucial para os brancos. Ui!

Para vinhos rosados
Os vinhos rosés possuem os taninos dos tintos, mas os aromas dos brancos. Por esse motivo, a taça costuma ser menor que a dos brancos, mas com bojo maior. Ela deve acentuar a acidez do vinho, equilibrando assim sua doçura. Se não tiver uma taça específica para rosés (poucas marcas possuem), pode usar uma para vinho branco.

Taça ISO
A taça ISO (International Standards Organization) foi criada em 1970 e é uma espécie de coringa, pois serve para todos os tipos de vinho. É muito utilizada para degustações técnicas, para que possa ser mantida uma referência entre diversos tipos de fermentado.

Relativamente pequena e totalmente cristalina, o bojo é maior e ela é fechada na parte de cima.

Agora é hoje de aproveitar esse friozinho gostoso e se deliciar no mundo dos vinhos. Qual é o seu preferido?

Fonte: Revista Adega

Conheça o quinto sabor que o paladar reconhece

Você sabe para que existe o paladar? Tirando o fato de nos deixar viciados em comidas que não deveríamos comer, ele fornece informações para o nosso corpo sobre a qualidade, variedade e nocividade dos alimentos.
Todo mundo acha que conhece todos os tipos de sabores que existem, não é? Mas além do doce, salgado, amargo e azedo, existe o umami.
As sensações de doce e salgado estão localizadas na ponta da língua, a sensação de azedo nas porções laterais e a de amargo sobre a região posterior. Já sabia, né?

O umami

Mas e o umami? Umami é uma palavra japonesa que significa saboroso, apetitoso, delicioso e é percebido pela região central da língua.
Esse quinto sabor foi descoberto no início do século XX pelo cientista japonês Kikunae Ikeda, mas só foi reconhecido pela comunidade mundial no ano 2000.
Ele foi sentido pela primeira vez no dashi, um caldo típico da culinária japonesa composto de alga marinha, peixe e shitake (que está na foto aqui embaixo).
O umami é responsável pela sensação de “água na boca”, gerando salivação, além de proporcionar uma sensação aveludada na língua e poder estimular a garganta.
As carnes (principalmente maturadas), aspargos, frutos do mar, queijos e cogumelos (champignon, shitake e shimeji) também oferecem esse tipo de gosto.
UAU! Agora é só ir correndo para um restaurante japonês ou uma bela churrascaria.

Fonte: ChefsClub

O sabor e o aroma marcantes do açafrão

Você sabe de onde vem o açafrão?

A flor

O tempero é extraído dos estigmas de flores de crocus sativus, uma planta da família das iridáceas.

Para se obter um quilo de açafrão seco, são processadas manualmente cerca de 150.000 flores e é preciso cultivar uma área de aproximadamente 2.000 m². Quando seca, a flor desprende de seus órgãos um pigmento amarelo e um óleo volátil, tradicionalmente usado como corante de tecidos.

A iguaria possui sabor sensual e vibrante, conferindo aos alimentos aroma único. O sabor característico tem uma pontinha de amargor e cor de ouro. A verdade é que não existe açafrão barato, por isso, deve-se suspeitar de qualquer valor muito abaixo do mercado, pois desperta a vocação dos fraudadores, apesar das rígidas regulamentações.

Origem

O açafrão é um condimento originário da região que se prolonga da Europa até o Leste Asiático, de perfume e gosto delicados e bem característicos, e que funciona como eficiente corante. O tempero já era conhecido desde a antiguidade pelos egípcios e na Roma Antiga era misturado ao vinho e ingerido como afrodisíaco.

Na Mesopotâmia, vários documentos indicam o uso do açafrão como condimento no período de reinado de Hamurabi e papiros egípcios do século 19 a.C. mencionam os jardins de Luxor cobertos por essas flores, as mesmas que decoram um célebre afresco, de 1700 a.C., do palácio de Minos, em Creta.

Alexandre, O Grande era um dos apreciadores e, na Idade Média, quando grande valor era dado ao aspecto estético de uma refeição, além de alegrar a vista, o açafrão demonstrava riqueza e poder.

No tempo de Marco Polo, o açafrão chegou a valer mais do que o ouro. Seguiu atravessando a História como a mais cara das especiarias, o mais valioso produto alimentício do planeta, bem mais caro do que a baunilha ou o cardamomo e valendo até 20 vezes mais do que a trufa.

Preço

No Brasil, o bom açafrão vem do Marrocos com o custo de R$ 5 o grama. Mas o espanhol, considerado de melhor qualidade, pode ser achado por um preço que varia de 8 a 15 euros por grama. O verdadeiro açafrão é ótimo para temperar e dar colorido aos pratos de cor clara. É muito usado na cozinha espanhola, como na Paella, em algumas sopas de peixe e em alguns risotos italianos. Mas deve ser usado com moderação, pois pode ser tóxico.

Apesar do preço, poucos gramas bastam para servir bem uma família numerosa, ao longo de um ano inteiro.

As receitas clássicas são, além da paella espanhola, a bouillabaisse, da Provence e, em Milão, o risotto alla milanese. Todas essas maravilhas teriam um aspecto bastante pálido se fossem confeccionadas sem a ajuda desse tempero maravilhoso.

Fonte: Blog Chefs Club

Nápoles: vibrante, caótica e intensamente deliciosa

Nas infindáveis vielas, automóveis dividem espaço com transeuntes, lambretas, carrinhos de bebê, feiras. Nas ruas, mesmo havendo semáforos e faixas de pedestre, quem define a parada dos carros – com o próprio corpo – é quem atravessa. Nos táxis, velhos, é usual o motorista fumar, “esquecer” de ver o GPS, cobrar a mais e ainda conversar todo simpático durante todo o percurso. As pizzarias mais famosas – e não necessariamente as melhores -, como a Da Michele, possuem filiais não autorizadas com nomes engana turista: Nipote da Michele, Zio da Michele.

Nápoles tem um quê de Brasil, sem dúvida.

Mas mesmo quem não curte muito essa bagunça, como eu, vai apaixonar-se por Nápoles assim que der a primeira garfada. Ali, é difícil comer mal mesmo nos lugares mais “suspeitos”: a cultura gastronômica é centenária, entranhada, cotidiana. Alimentar-se bem é hábito e utilizar ingredientes sazonais, frescos, comprados quase diariamente no mercado, é padrão.

Em Nápoles aprende-se a importância de valorizar os pescadores que trazem, todos os dias, maravilhas do mar direto para o consumidor, sem atravessadores. Aprende-se que não é preciso pagar caro para fazer uma excelente refeição. Aprende-se que boa farinha e fermentação longa pode transformar o trigo (tão odiado atualmente, com o glúten sendo tratado feito o demônio) em sensacionais e aeradas pizzas, doces leves, massas saborosas.

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