Facas HOHENMOORER chegam ao Brasil

Desenhadas e produzidas artesanalmente pelas mãos do alemão Ulrich Hennicke na cidade de Asendorf – Alemanha, as facas da Hohenmoorer são elaboradas com aço carbono de alta dureza, apresentando fio mais duradouro e um corte mais preciso do que as tradicionais facas de aço inoxidável. Trazidas com exclusividade ao Brasil pela loja online Manufakt, elas têm perfis distintos e contemporâneos e, por mais que sigam um modelo base, nunca serão totalmente iguais.

As facas de aço Damasco da Hohenmoorer são as mais exclusivas, feitas com 240 camadas de aço Damasco. Para isso, é usada uma combinação dos dois melhores aços de ferramenta, além de um resistente aço de níquel. Após sucessivas dobras, a lâmina obtida tem excelente retenção do fio de corte, além de um grau ideal de flexibilidade e dureza.

Outro modelo disponível no site é a Faca Santoku. Sua lâmina tem 16,5 cm de comprimento e 2,6 mm de espessura. Com comprimento total de 30 cm e 156 g de peso, seu cabo é feito com carvalho dos Pântanos. A peça vem numa caixa de presente e a lâmina tem dureza de 62-64 HRC.

Fonte: Food Magazine

Forno a Gás é Tendência nas Pizzarias

A frase “assada no forno à lenha” vai aos poucos sendo extinta do cardápio de estabelecimentos em todo país. Mais econômicos, práticos e precisos, os fornos a gás vêm mudando o velho modo de fazer pizza, sem prejudicar o sabor. Parte da clientela ainda resiste e cabe aos funcionários convencê-la que a modificação foi para melhor: “Os clientes acreditavam que o sabor não seria o mesmo, mas isso não é verdade, já que a pizza não ficava tanto tempo exposta à lenha a ponto de pegar o gosto da defumação”, afirmou Adriano Silvério, proprietário da pizzaria Adrix, localizada em São Bernardo do Campo.

A mudança começou em 2009, quando decidiu trocar a lenha pelo a gás. Na época, a novidade não era tão bem vista pelo mercado: “Achavam que não iria funcionar e tinham medo da não aceitação dos clientes, mas acabei arriscando. No fim, deu certo e virou tendência”, concluiu Adriano, que passou a vender mil unidades a mais por semana em 2010, após a troca pelo forno a gás do tipo esteira. Atualmente produz cerca de 264 mil pizzas por ano, 40 por cento a mais desde os tempos de forno à lenha.

Com o sistema a gás, veio a possibilidade de controle de temperatura dos fornos, que passaram a assar de forma rápida, diminuindo o intervalo entre uma fornada e outra. Desde então a capacidade de produção passou para um nível industrial: 400 pizzas por hora.

A crescente demanda fez com que as principais distribuidoras de GLP (gás liquefeito de petróleo) se adequassem ao cenário atual. Segundo Vicente Longatti, Gerente Nacional Comercial Empresarial da Copagaz – quinta maior distribuidora de GLP no Brasil – mudanças estratégicas foram necessárias: “Fornecemos consultoria para os estabelecimentos interessados em migrar para o GLP em todas as etapas do processo de substituição da lenha para o gás, além da instalação de tanques nos locais de consumo, que são abastecidos regularmente por caminhões-tanque, substituindo os botijões transportáveis”, afirmou.

O sistema a gás também beneficia o meio-ambiente. Segundo estudo realizado por pesquisadores do IAG-USP, em colaboração com diversos grupos de pesquisa no Brasil e no exterior, há mais de 11 mil pizzarias só em São Paulo, a segunda cidade que mais consome pizza no mundo, atrás apenas de Nova York, nos Estados Unidos. Aproximadamente 80% desses estabelecimentos queimam lenha, principalmente eucalipto, para produzir cerca de 1 milhão de pizzas por dia. A quantidade média de lenha usada pelas pizzarias na cidade é de 48 toneladas por ano. Esse número perfaz um total de 7,5 hectares de floresta de eucalipto queimados por mês e 307,2 mil toneladas de madeira incinerada, concluiu a pesquisa.

 

Principais benefícios:

Controle de temperatura: Os fornos a gás são reguláveis, permitindo maior uniformidade no aquecimento, evitando que as pizzas queimem e padronizando a produção;

Otimização do espaço: Os tanques de gás não ocupam tanto espaço quanto a madeira, além de sujar menos o local de armazenamento, evitando possíveis visitas indesejadas de animais atraídos pela lenha, como ratos, insetos e até cobras.

Salubridade e meio ambiente: A queima da lenha produz gases altamente tóxicos, trazendo risco aos funcionários que inalam a fumaça constantemente, diferentemente do gás; além disso, a emissão de gases de efeito estufa é altamente prejudicial ao meio ambiente.

Legislação: Algumas cidades, por questões ambientais, exigem análises criteriosas para regularização do uso da lenha em estabelecimentos. Problema não enfrentado por quem opta pelo forno a gás.  

Fonte: Food Magazine