A origem do Panetone

O delicioso pão dourado, recheado de frutas cristalizadas, há tempos faz parte da tradição natalina, está presente em todas as festas e ceias de natal.

Em sua forma tradicional, é um bolo de massa fermentada, feito com farinha de trigo, leite, ovos, passas e frutas cristalizadas.

O panetone foi criado na Itália e o hábito de consumi-lo nas festas de fim de ano iniciou-se em Milão, expandindo dos Alpes – no norte – à Sicília – no sul. Aos poucos passou a ser conhecido em outros países, tornando-se mundialmente conhecido.

Existem várias lendas a respeito do surgimento do panetone, porém a mais interessante e conhecida é a que aconteceu na cidade de Milão, no século XV, quando um jovem de família rica se apaixonou por uma plebeia, filha de padeiro.

O pai da moça não aceitava o namoro e o rapaz, para se aproximar da jovem e mostrar a seu pai que era uma pessoa de bem, disfarçou-se de padeiro e foi trabalhar em sua padaria como auxiliar. Passado alguns dias, resolveu criar um pão diferente, doce, misturando frutas cristalizadas.

O pão ficou conhecido por ser muito gostoso e por sua forma diferenciada, copiando a cúpula de uma igreja.

Como o pão fez muito sucesso, o jovem passou a divulgá-lo como uma invenção do Sr. Toni, o pai da moça, ficando conhecido como Pão do Toni, que em italiano é dito pane del Toni, passando à panetone. O final dessa linda história dá pra imaginar.

Hoje em dia, nas proximidades de outubro, podemos ver os supermercados e lojas especializadas atraindo os clientes com esse produto. Porém, os tradicionais estão sendo trocados pelas novidades gastronômicas, como os panetones recheados com gotas de chocolate, do tipo musse de chocolate branco e preto, floresta negra, coca-cola, sorvete, trufas, doce de leite e goiabada, provando que é possível adaptar a invenção italiana à culinária de cada região.

Versão infantil do coquetel de Manga é perfeito para o verão

Verão pede bebida refrescante, não é mesmo?
Essa versão infantil do coquetel de Manga é bem agradável e doce. Aliás, a Manga combina perfeitamente com o verão.

O resultado é delicioso!

Ingredientes
. Creme de leite: 25 ml
. Leite condensado: 25 ml
. Manga: 25 g
. Morango: 25 g
. Gelo: a gosto

Modo de preparo

1 – No liquidificador, bata o leite condensado, o creme de leite e as frutas.
2 – Coloque em um copo, adicione gelo a gosto e decore com morangos.

A história da Pizza Marguerita

No início do século XVIII, os povos provenientes da Fenícia tinham como costume o preparo de pães com diversos tipos de coberturas. Com isso, foram surgindo inúmeros formatos, até o momento em que se chegou a um modelo com a forma de disco e coberto, saborosamente, por carne e legumes.
Com o passar dos anos, essa mistura acabou chegando à Itália, que, com toda a sua criatividade culinária, aperfeiçoou a prática, fazendo uso de bons ingredientes, mas agora acrescentando alguns dos elementos hoje essenciais: o queijo e o tomate. E assim nascia a nossa amada pizza.

Com o crescimento da culinária no país (por volta de 1889), em uma viagem ao porto italiano, o rei Umberto I e a rainha Margherita de Savóia decidiram provar essa famosa iguaria de uma das pizzarias da região, que já eram bem conhecidas naquela época.

Como os nobres não se reportariam até o restaurante, ordenaram que a massa fosse levada até eles, a fim de serem surpreendidos com a bela especiaria.

O escolhido para a difícil tarefa de conquistar o paladar real foi o pizzaiolo Raffaele Esposito, que, para agradar a realeza, cobriu o prato com um saboroso molho de tomate e acrescentou por cima queijo e manjericão, formando as cores da bandeira da Itália.

Além disso, com o intuito de homenagear a realeza, deu à sua obra prima o nome da rainha: Margherita. Inicia-se, assim, a história desse já tradicional e querido sabor.

A receita foi um sucesso e logo caiu no gosto de todo o povo italiano. Aos poucos, foi alcançando seu sucesso e conquistando o mundo, tanto que está nos cardápios de praticamente todas as pizzarias até os dias atuais!

Fonte: O Clã da Pizza

Alguns mitos e verdades sobre o vinho

Tão vasto, complexo e repleto de sensacionalismos descabidos é o mundo do vinho. Não fossem alguns de seus postulantes o descomplicando, deselitizando e popularizando, por meio de uma didática cada vez mais objetiva e prática, o seu consumo seria ainda mais restrito e inexpressivo no nosso Brasil.

Em meio a todo essa confusão promovida por pseudo-conhecedores de plantão, com suas inverdades e meias verdades, gritadas aos quatro cantos, a conseqüência mais natural é o surgimento de crenças indevidas e de mitos, que só tendem a afastar cada vez mais o consumidor comum.

É preciso esclarecer que o vinho é, antes de tudo, um complemento alimentar, uma bebida criada original e funcionalmente para a mesa. Mas no mundo de aparências em que vivemos, a fama de algumas marcas (às vezes mais midiática do que meritória), e o status que isso proporciona nas mídias a quem delas faz uso, levam as pessoas a beberem rótulo e não vinho, e, o pior, a fazer uma associação direta entre qualidade e preço, como se todos percebessem qualidade pela mesma ótica, de forma padronizada.

Em resposta a essa crença cabe dizer que, em se tratando de vinho, preço não necessariamente está associado à qualidade. Outra confusão por parte do consumidor comum é acreditar que o termo Reserva ou Gran Reserva, estampado num rótulo, assegura alguma qualidade técnica independente do produtor e do país. Mas, especialmente no Novo Mundo, onde as leis que regem a produção do vinho são muito frouxas, estes termos tiveram seus sentidos banalizados, e o que deveria significar tempo de maturação em carvalho ou tanque virou uma parola de apelo meramente comercial.

Há também os puristas que classificam de zurrapa qualquer vinho (indiferente a sua eventual qualidade) apenas porque estes não trazem como vedante um rolha de cortiça natural, ignorando que o vinho é também um negócio, que a cortiça é algo cada vez mais caro e raro no planeta, e que há que se pensar também na sustentabilidade.

Há crenças inclusive perigosas, como a de atribuir ao vinho benefícios irrestritos a saúde, quando na verdade parte das benesses dessa bebida restringem-se em especial aos tintos, por contar com as cascas, ricas em polifenóis, utilizadas em sua elaboração, mas não sem que antes o consumo seja moderado (uma equação difícil de definir), regular e durante as refeições, e obviamente que por pessoas sem qualquer restrição a ingestão de álcool, isso para não falar da industrialização do vinho que o vem tornando cada vez mais impecável do ponto de vista estético, mas cada vez menos natural e saudável.

Fonte: Vinho & CIA

Dia do Sorvete

Hoje, dia 23 de setembro, é comemorado o dia mundial do SORVETE!!

Com o calorão brasileiro chegando, o sorvete é sem dúvida um dos nossos melhores amigos. Sempre lá para dar uma resfriada na cuca e deixar aquele sabor maravilhoso. Mas você sabe como nasceu o sorvete?

A Origem do Sorvete

Na verdade, não se sabe ao certo sobre a criação do sorvete em si, mas existem referências do imperador romano Nero (37 d.C – 68 d.C) mandando seus empregados trazerem NEVE e GELO das montanhas para que assim pudesse misturar esses “ingredientes” com frutas.
Do outro lado do mundo, na China, em 618 d.C-697 d.C, o imperador chinês King Tang também teria sua própria fórmula para o que viria a ser o sorvete. Naquela ocasião, o imperador combinava leite com água do rio.
Uma terceira história diz que o sorvete foi criado há mais de 3.000 anos na China, onde misturava-se uma pasta de leite de arroz com neve, e o resultado ficava parecido com uma raspadinha.
Apesar disso tudo, a teoria mais aceita diz que foram os persas que criaram o SORVETE.
Nada disso se compara ao maravilhoso sorvete que temos atualmente, mas com certeza era melhor do que muita comida da época!

Sorvete, Sorbet e Gelato

Hoje em dia existem três sobremesas que são bem parecidas. Com características diversas, os três são normalmente confundidos. São elas: GELATO, SORVETE E SORBET.

Gelato:

O Gelato é o mais “fresco” dos três. Isso porque é fabricado diariamente, sempre usando ingredientes frescos. A temperatura do gelato fica entre 12º e 14º e é a especialidade italiana (junto com a pizza, sobre a qual já falamos aqui no blog: conheça a origem da pizza, a comida mais amada do Brasil)

Os ingredientes principais do gelato são: água, açúcar, leite e algum sabor. Há uma dose essencial de água e açúcar para garantir a textura certa ao gelato, enquanto cada sabor possui sua proporção de açúcar.

Sorvete:

O sorvete é o tipo mais comum e é que achamos nos supermercados. Eles são bem parecidos com o gelato em sua composição, mas diferem na quantidade de açúcar e água. Eles possuem mais água que os gelatos artesanais. Por conta da necessidade de armazenamento dos sorvetes (para durarem mais tempo), a temperatura ideal dos mesmos fica entre -20º e -25º, uma temperatura impressionante para quem vive nos 40º do Rio, por exemplo.

Sorbet:

O sorbet é o mais diferente entre os três, pois não possui leite! Com uma validade de 5 dias e uma temperatura de -20º, os sorbets são bem próximos a uma raspadinha, com pequenos cristais de gelo.

Curiosidade:

A primeira sorveteria do mundo é parisiense e surgiu em 1660. Aberta por Procopio Coltelli, a sorveteria continua funcionando até hoje na capital francesa.
A primeira sorveteria no Brasil surgiu em 1835, no Rio de Janeiro.
Sem geladeiras na época, o gelo era conservado com barras de gelo misturadas com serragem e guardadas em túneis subterrâneos. O gelo se conservava por até cinco meses.
Chegou a hora boa! Que tal um sorvete?!

Uma lista de vinhos frescos para os dias de Primavera

A importadora Mistral lançou mais de 10 rótulos novos, entre brancos, rosés e tintos, do Novo e Velho Mundo. Com a mudança de estação para a Primavera e com a vinda dos dias mais quentes, montamos uma listinha de oito vinhos frescos para aliviar as altas temperaturas.

La Camioneta Sauvignon Blanc 2016
Este Sauvignon Blanc chileno é elegante e fresco. Do produtor Viña Montes, foi uma boa surpresa aos moldes modernos da vinícola. De alta intensidade aromática, o vinho branco é atraente no nariz trazendo frutas cítricas como limão, abacaxi e maracujá. É mineral e fresco. Na boca é redondo, fácil de beber com acidez deliciosa, que te faz repetir a taça. Teor alcoólico: 13%.

Allo Alvarinho – Loureiro 2015
Do produtor português Soalheiro, este é um corte de Alvarinho com Loureiro. É bem leve, mineral e fresco. Ótimo para esses dias quentes de primavera. Os aromas reservam frutas e flores brancas, amêndoas, mel e bastante frescor. Na boca acidez equilibrada, frutas amarelas, baunilha e muita delicadeza. É bom como aperitivo ou com saladinhas e peixes. Sem erro!

Bourgogne Aligoté 2015
De um dos produtores mais elegantes da Borbonha – Joseph Drouhin. As uvas escolhidas para elaborar o branco borgonhês é localizado na Côte d’Or. Com 100% casta Aligoté, é um vinho leve e elegante. É fresco, delicado e com aromas de maçã cítrica e maracujá. Tem corpo médio, equilíbrio e final longo. Uma delícia. Teor alcoólico: 12%.

Côtes de Provence Grand Ferrage 2015
A diretora da vinícola Michel Chapoutier no Brasil, Sara Ferreira, esteve presente em tasting e nos contou que o Rosé da Côtes de Provence só têm a cor e o aroma de um Rosé regular da região, mas que no paladar pode trazer surpresas. E foi exatamente isso. Tem aquela cor bem clarinha típica de um Rosé da Provence, com aromas de frutas vermelhas como morangos e framboesas e notas florais. Mas na boca é gastronômico e com estrutura. É um vinho que vai bem com peixes e camarões. Teor alcoólico: 13%.

Mosel Incline Riesling QBA 2015
Os alemães sabem como ninguém fazer um bom Riesling. O produtor Selbach-Oster apresenta aqui três vertentes deliciosas e completamente diferentes desta casta. O Mosel Incline Riesling é delicado, com aromas de flor e fruta madura, além de notas de doçura. O vinho cresce na boca com frescor e acidez equilibrados. O final é longo e persistente. Teor alcoólico: 12%.

Zeltinger Riesling s-o Kabinett 2014
É um blend de elegância, acidez equilibrada e aroma de frutas com um pouco de botrytis (que adoramos). Na boca maçã vermelha, persistência e vontade de repetir mais uma taça. Teor alcoólico: 11%.

Zeltinger s-o QBA Trocken Bomer 2015
Por aqui, com este Riesling há mais evolução nos aromas, como frutas secas, uva passa, favo de mel, baunilha e botrytis. Na boca é magnífico, com o dulçor da baunilha, frutas maduras e boa acidez. É longo, fresco e marcante. Teor alcoólico: 12,5%.

Hochheimer Guts Riesling QBA Trocken 2015
Do produtor alemão Domdechant Werner, o 100% Riesling é leve e delicado. Com alta intensidade aromática, que nos traz frutas maduras e secas, amêndoas, frescor e complexidade. Na boca é um vinho vibrante e saboroso, com acidez equilibrada, persistência e final longo. Ótimo para ter na sua adega. Teor alcoólico: 13%.

Mistral Importadora
Rua Rocha, 274, Bela Vista
São Paulo
Tel: (11) 3372-3400 / 3372-34220
Fonte: www.mistral.com.br

Combine a massa com o molho perfeito

Você sabia que existem mais de 300 tipos diferentes de massas no mundo, cada uma com sua forma de cozimento, formato e ingredientes diferentes?
Pois é… Aí você quer arrasar naquele almoço de domingo ou simplesmente acertar na combinação daquele prato especial no restaurante e não sabe como harmonizar o pedido, não é?
Seus problemas acabaram! Confira essas dicas!

Massas longas:
Tipo: Espaguete, Fettuccine, Talharim, Ninho, Pappardelle, Linguine.
As massas longas combinam com molhos mais líquidos como: ao sugo, carne, molho à carbonara, frutos do mar ou branco. Também ficam ótimos em versões mais leves, com alho e óleo ou molho de ervas.

Massas curtas:
Tipo: Conchiglione, Gravata, Caracol, Fusilli, Rigatoni, Penne, Tortiglioni.
Podem ser servidas com molhos frios ou quentes. Os que mais combinam são: molhos de iogurte, vegetai, quatro queijos, tomate, cogumelos ou gorgonzola.

Outros tipos de massa:
Tipo: Capeletti, Lasanha, Ravioli, Canelone, Tortelloni, Tortellini, Rondelli.
Aposte nos molhos mais concentrados e condimentados como: bolonhesa, três queijos e rosé.

Aqui no Ícaro Rio Sul nós temos várias sugestões de massas e molhos. Confira em nosso cardápio.

Fonte: Chefs Club

Xícara, feita de café

Imagine tomar seu café numa xícara feita com aquilo que normalmente costumamos desprezar: a borra.
Isso mesmo, o designer Julian Lechner passou cinco anos observando o processo da formação do resíduo orgânico e pensando em como poderia aproveitá-lo.

A partir disso,desenvolveu a Kaffee Form, uma xícara que é feita com borra de café e açúcar derretido. O design do acessório chama atenção não só pela beleza, mas pela cor e pela curiosidade de se descobrir como é tomar uma xícara de café numa “xícara feita de café”.

A sensação, no entanto, os brasileiros só irão descobrir se forem à Europa, pois até o momento só se encontra este inusitado objeto de desejo dos coffee lovers de plantão por lá.

Fonte: Blog Sociedade da Mesa

Lager, Ale e Lambic: conheça as 3 famílias mais famosas do mundo das cervejas

A família é muito importante, inclusive quando se trata de cerveja. ❤️🍺

No processo de fabricação da bebida, há várias etapas importantes, mas a que mais se destaca é a escolha do tipo de fermentação pelo qual a cerveja passa. E, apesar de existirem mais de 120 estilos da bebida espalhados pelo mundo, eles estão divididos em três grandes famílias: Lager, Ale e Lambic.

Lager

A Lager é a família de cervejas mais popular do mundo. A produção de cervejas desse tipo iniciou na Alemanha por volta dos anos 1400, quando os cervejeiros do país armazenavam o mosto em locais frios. No entanto, sua popularização só ocorreu no século XIX.

Cervejas de baixa fermentação, as Lagers usam as leveduras Saccharomyces Carlsbergensis ou Saccharomyses Pastorianus, que atuam em temperaturas entre 5ºC a 14ºC.

Essas leveduras costumam se depositar no fundo do tanque de fermentação ao longo do processo e possuem baixa resistência as altas temperaturas. São também mais lentas, o que faz seu trabalho ser mais demorado, mas também contribui para um líquido mais claro. Outra característica das cervejas Lagers é a baixa complexidade, que se deve ao fato das leveduras liberarem menos ésteres durante o processo.

Estilos famosos são a Pilsen, Pale Lager, American Standard Lager, Vienna Lager, Bock, Schwarzbier e Münich Helles. Já o teor alcoólico das Lager costuma ser baixo ou moderado, entre 4 e 7%, mas mesmo dentro dessa família há cervejas mais potentes como as Doppelbock e Eisbock.

Ale

Até o século XIX boa parte das cervejas eram da família Ale, pois passavam pelo processo de alta fermentação. Nesse caso, as suas leveduras as Saccharomyces Cerevisiae atuam em temperaturas entre 14ºC e 25ºC, tendem a subir para o topo do tanque e agem mais rapidamente na transformação dos açúcares do mosto em álcool e outros elementos.

As Ales costumam ser cervejas complexas, devido à maior liberação de ésteres durante o processo de fermentação. Os aromas, sabores frutados e condimentados são muito comuns nessas bebidas, o que é bastante perceptível em estilos da escola Belga, muito famosa justamente pela atuação das leveduras.

Os toques de frutas, frutas secas, flores, ervas e condimentos são algumas das características que se pode esperar dessas bebidas. Stout, Porter, India Pale Ale, Weizenbier, Saison, Quadrupel, Dubel e Tripel são alguns dos estilos de Ales.

Lambic

A forma mais antiga de fazer cerveja ainda em uso dá origem a um grupo de cervejas que geram debates acalorados entre especialistas: as Lambic. Elas são produzidas através de fermentação espontânea, com seu mosto depositado em grandes toneis abertos, expostos ao ambiente e à interferência de leveduras selvagens, bactérias e micro-organismos presentes no local.

Após o início da fermentação, o líquido é colocado em tonéis de madeira e ficam pelo lá menos uns seis meses. O resultado? As cervejas são bem diferentes do que se costuma encontrar no mercado, extremamente complexas, ácidas, azedas e com aromas e sabores muito característicos.

Além das Lambic, que são as cervejas puras, sem misturas e novas, elas possuem também outros sub estilos como as Geuze (um blend entre Lambics nova e velha), Faro (que tem adição de açúcar), Kriek (com cerejas adicionadas durante a fermentação) e as Fruit Lambics (que podem levar desde morango até pêssego).

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Fonte: Blog Chefs Club