Histórias saborosas sobre comida

A jornalista Roberta Faria organizou o livro “Eu amo comida”, que reúne 50 relatos de produtores, cozinheiros, chefs e glutões de todo o Brasil. O lançamento acontece hoje, na abertura do Vogue Square, na Barra. Parte da renda é revertida para as ONGs Banco de Alimentos e Gastromotiva.

“A comida é a nossa conexão mais direta com a natureza — a nossa própria e a que nos cerca, nossos impulsos e nosso bioma. Produzir, cozinhar e alimentar-se são expressões genuínas da cultura, que revelam nossas origens e tradições, nosso lugar no tempo e no espaço, nossa capacidade inventiva e nossa evolução”, explica Roberta.

O livro faz um passeio por cinquenta perfis, que vão desde da crudívera Aline a um churrasqueiro dos pampas. Tem causos do “frutólogo” Helton, que coleciona frutas raras em seu pomar, do publicitário David que largou tudo para morar na roça e plantar orgânicos. Uma leitura com casos saborosos e divertidos em torno da boa mesa.

Pérsio percorre a cidade de São Paulo, todo sábado, em busca da feijoada perfeita. Do boteco mais simples ao restaurante mais estrelado, o publicitário prova todas as variações e registra o resultado de suas andanças e comezainas no blog Feijucas.

Fonte: Portal O Globo

Pesquisa revela curiosidades sobre o consumo de vinhos

Uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha com 1.010 enófilos resultou em alguns dados e números curiosos acerca do consumo de vinhos. Depois de coletar as respostas e correlacioná-las com o perfil da pessoa questionada, foi possível estabelecer uma “jornada do vinho”, no qual o tipo da bebida varia de acordo com a idade dos indivíduos. A maioria dos britânicos começa com Sauvignon Blanc ou Chardonnay, antes de passar a consumir tintos Merlot ou Rioja e posteriormente Pinot Grigio e Malbec. Voltando, por fim, a preferir os rótulos produzidos com as três cepas iniciais.

Também contribuiu para a descrição das preferências vinícolas o fato de 52% dos britânicos se mostrarem bastante fiéis a seus estilos de vinho favoritos, consumindo-os por mais de uma década. A constância, segundo o levantamento, se deve principalmente ao receio de “escolher errado”, e menos a uma verdadeira ligação com a variedade ou a marca em si. Dos pesquisados, apenas 10% declararam-se experimentais e a idade na qual acontece a maioria das aventuras vinícolas mostrou ser por volta dos 20 e 30 anos, já que o padrão de compra passa a ser estabelecido entre os 36 e 40 anos.

A pesquisa também concluiu que em 20% das vezes as pessoas são influenciadas a tentarem novos vinhos por causa dos companheiros – um percentual três vezes maior do que aquele alcançado pelas propagandas. A maioria dessas novas provas acontece em casa, em um restaurante ou na casa de amigos. Além disso, o estudo ainda revelou os cinco vinhos prediletos dos britânicos: Pinot Grigio (11%), Merlot (10%), Chardonnay (10%), Sauvignon Blanc (8%) e Rioja (7%). Este último, porém, é o favorito entre os homens – mostrando que há uma clara diferença de preferências entre os gêneros feminino e masculino.

Fonte: Portal UOL – Revista Adega

Como presentear com o vinho perfeito

Quem ama vinhos certamente já pensou em presentear um amigo querido, uma namorada ou mesmo o chefe com uma boa garrafa de vinho. Nessas horas, até o maior dos enólogos fica inseguro e precisa levar em conta alguns fatores de escolha.

Antes de mais nada, leve em consideração o gosto do presenteado. Não adianta nada dar a ele um vinho que você adora, mas que talvez ele não vá se interessar. O melhor a fazer é encontrar um meio termo, algo que deva despertar emoção nele, mas que também seja do seu gosto. Fora isso, há outras cinco dicas que podem lhe ajudar a dar um presente inesquecível.

1. Gosto pessoal

Preste atenção no gosto do presenteado. É possível que ele tenha alguma predileção por um tipo de vinho, um país produtor, uma denominação de origem, uma variedade de uva ou mesmo uma vinícola. Dado esse primeiro passo, é hora de afunilar a escolha. Você pode optar por um rótulo impactante tanto por sua safra especial quanto por sua nota elevada na crítica, ou então escolher um vinho inusitado, que desperte curiosidade. Exemplo: se o presenteado for um amante de Pinot Noir, por que não escolher um varietal de uma região recentemente descoberta, como Oregon, nos Estados Unidos?

2. Vinho para harmonizar

Caso conheça o gosto gastronômico do presenteado, seu prato predileto, ou saiba de algo que ele adore cozinhar, aproveite para comprar um vinho que harmonize perfeitamente com o menu. Para não correr o risco de errar, peça uma indicação a algum sommelier de sua confiança ou dê uma vasculhada nas matérias de harmonização deste Almanaque do Vinho.

3. História de vida

Outra boa maneira de escolher um rótulo é levar em conta a história de vida do presenteado. Se sua ascendência for de imigrantes italianos, por exemplo, vinhos da região de onde seus parentes vieram é uma boa opção. Mas não caia no óbvio de optar por um vinho da região em que a pessoa vive. A graça irá se perder. Além dessa possibilidade, você também pode presenteá-lo com um vinho originário de algum país que ele visitou e adorou, o local de sua lua de mel, a origem da empresa em que trabalha (caso seja um agrado profissional) ou então fazer menção a uma terceira pessoa através do vinho, como escolher um bom rótulo espanhol para os fãs de Rafael Nadal. Enfim, use a criatividade e tente se lembrar de ligações que possam gerar grandes escolhas.

4. Unir vinho aos hobbies

Assim como qualquer outro presente, o vinho também pode ser uma alternativa personalizada. Existem vinhos que estão intimamente ligados a certos temas e fatores, tanto pelo produtor em questão quanto pelo nome e rótulo. Para os fãs da pop art, um vinho da coleção “Tribute to Andy Warhol” é uma escolha garantida. Para aqueles que preferem a sétima arte, um vinho da vinícola de Francis Ford Coppola agradaria bastante. Se a preferência for por golfe, que tal uma garrafa da vinícola de Greg Norman? Há outros vários vinhos “temáticos”, por assim dizer, que podem casar perfeitamente com os gostos pessoais e profissionais de seu presenteado.

5. Importância da data

Por fim, o mais comum é escolher um vinho de uma safra que seja relevante para a pessoa. Mesmo que não seja um grande vinho, com certeza irá agradar. O ano do nascimento dele ou dos filhos, a data em que ganhou alguma coisa muito importante, em que se formou ou em que foi promovido são boas opções. O maior problema, nesse caso, será encontrar a safra em questão. À medida que o tempo vai passando, elas vão ficando cada vez mais caras e raras.

Pense em criar uma relação emocional e não no preço

Em todos esses casos, o preço do vinho não é o principal fator. A não ser que seja um vinho caríssimo, isso não fará muita diferença para o presenteado. Os motivos que o levaram a escolher esse presente, sim, serão lembrados por um bom tempo.

Fonte: Portal UOL – Revista Adega